• Kátia Abreu pede apoio ao Sebrae para criar a Rota do Jalapão e impulsionar turismo no Tocantins

    Senadora levou ao diretor Vinícius Lages outros quatro projetos para o estado 

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) se reuniu nesta quinta-feira (20) com o diretor de Administração e Finanças do Sebrae Nacional, Vinícius Lages, para pedir apoio à criação da Rota do Jalapão, projeto de incentivo ao turismo na região considerada o cartão-postal do Tocantins.

    Kátia Abreu disse que tem colhido sugestões de prefeitos e vereadores das cidades que compreendem o parque. O objetivo central da Rota do Jalapão é profissionalizar o turismo na região, padronizar o paisagismo e a sinalização dos municípios e desenhar rotas atrativas de trilhas, mergulhos, artesanato e esportes de aventura. 

    “O Jalapão é uma riqueza imensa que a natureza deu ao Tocantins. É nosso cartão-postal. Temos que cuidar do parque e das cidades ao redor para atrair cada vez mais turistas. O apoio do Sebrae Nacional será fundamental”, afirmou a senadora, que também levou ao diretor outros quatro projetos para o Tocantins.

    Vinícius Lages disse que ficou entusiasmado com o projeto e que o Sebrae estudará as formas de apoio à Rota do Jalapão.

    O Jalapão

    Em meio a 34 mil km² de paisagem árida, a região é cortada por uma imensa teia de rios, riachos e ribeirões, todos de águas transparentes e potáveis. Há atrações para todo o ano, como prática de rafting e canoagem e visita a dunas, cachoeiras e comunidades tradicionais. Os povoados de Mumbuca e Prata, por exemplo, são remanescentes de quilombos que produzem artesanato e o cobiçado capim dourado – planta nativa que tem esse nome por causa da cor que lembra ouro.

    Foto: Divulgação

  • “Matopiba não depende da vontade de nenhum governo”, diz Kátia Abreu

    Senadora lamentou extinção do Departamento do Matopiba na estrutura do Ministério da Agricultura

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) subiu à tribuna do Senado nesta quarta-feira (19) para falar sobre o potencial produtivo do Matopiba, região que, segundo ela, dará exemplo de desenvolvimento sustentável ao restante do país. Ela também lamentou a decisão do governo federal de extinguir o Departamento de Desenvolvimento Regional Agropecuário do Matopiba, criado durante sua gestão à frente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

    “O ministério achou por bem desfazer esse espaço que havia para dar atenção especial aos quatro estados, mas o Matopiba não depende mais da vontade de um governador, de um governo federal, de um ministério. O Matopiba é uma realidade que não volta mais atrás. Os empresários decidiram que o Matopiba é o lugar, é a última fronteira agrícola do país. E eu tenho muito orgulho de o Estado do Tocantins, o meu Estado, estar inserido nesse processo”, afirmou Kátia Abreu em plenário.

    O departamento, que visava dar prioridade e agilidade às demandas da região, foi extinto pelo presidente Michel Temer – por meio do decreto 8.852, de 20 de setembro – e entrou em vigor nesta terça-feira (18). Entre as atribuições do departamento, estavam o desenvolvimento de infraestrutura logística, o apoio à inovação e a ampliação da classe média rural.

    “Apesar de alguns contras, a grande maioria é a favor do Tocantins, do Maranhão, do Piauí, da Bahia, do nosso Matopiba, e nós vamos desenvolvê-lo, porque a população quer e precisa disso. Nós vamos reverter esse IDH vergonhoso que temos no Matopiba e igualá-lo à média nacional, produzindo, trabalhando e preservando o meio ambiente, respeitando as nossas comunidades. E vamos ser um exemplo, mais uma vez, para o mundo”, completou a senadora.

    Assista à íntegra do pronunciamento da senadora:

    Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

  • Senadora debate seca e escassez de chuva no Matopiba com Agência Nacional de Águas

    Kátia Abreu assistiu a apresentação detalhada sobre a Bacia do Tocantins-Araguaia

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) esteve nesta segunda-feira (17) na Agência Nacional de Águas (ANA) para assistir a uma apresentação sobre os estudos da Bacia Hidrográfica dos rios Tocantins e Araguaia. A instituição tem um plano estratégico para utilização dos recursos naturais da bacia, a maior entre as que se encontram totalmente dentro do território brasileiro.

    “A escassez de água e a irregularidade das chuvas é geral e atinge todo o país, mas procurei saber especialmente sobre nossa região do Matopiba, tão castigada pela seca nos últimos três anos”, disse a senadora. “A solução mais urgente é fazer a perenização. Reservar água para cuidar da saúde dos nossos rios”, completou.

    A Bacia do Tocantins-Araguaia abrange todos os recursos hídricos que deságuam nos rios Tocantins e Araguaia. Ocupa superfície de 967.059 km² e envolve os estados de Goiás, Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, Pará e o Distrito Federal.

    Foto: Divulgação

  • Kátia Abreu vai coordenar no TO projeto que concede direito ao parto fora da prisão

    Projeto foi idealizado pela presidente do STF, Cármen Lúcia, que convidou a senadora a participar das ações no Tocantins

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) vai coordenar, no Tocantins, um projeto idealizado pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, que visa a conceder a todas as presas grávidas o direito de dar à luz fora da cadeia.

    Cármen Lúcia, que também preside o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), fez o convite a Kátia Abreu durante audiência na última terça-feira (11), em Brasília. A ministra definiu o projeto como a “segunda Lei do Ventre Livre”, em referência à legislação do século 19 que considerava livres todos os filhos de mulheres escravas nascidos a partir daquela data.

    O projeto, de acordo com a magistrada, contará com um Centro de Referência da Presa Grávida, onde serão prestados assistência médica, parto humanizado e trabalho psicológico com o objetivo de preparar mães e filhos para o momento de retorno à prisão.

    No Tocantins, a previsão é que, de imediato, 50 presas poderão ser beneficiadas. O estado deverá o primeiro no país a implantar o benefício do parto fora das cadeias, projeto que será lançado pela própria presidente do STF em Palmas.

    Outro assunto tratado durante a audiência foi a burocracia hoje exigida para se fazer uma adoção. A ministra disse que trabalhará para que o prazo desses processos seja reduzido para 60 dias.

    Foto: Divulgação

  • Kátia vai coordenar no Tocantins projeto que concede direito ao parto fora da prisão

    Projeto foi idealizado pela presidente do STF, Cármen Lúcia, que convidou a senadora a participar das ações no Tocantins

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) vai coordenar, no Tocantins, um projeto idealizado pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, que visa a conceder a todas as presas grávidas o direito de dar à luz fora da cadeia.

    Cármen Lúcia, que também preside o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), fez o convite a Kátia Abreu durante audiência na última terça-feira (11), em Brasília. A ministra definiu o projeto como a “segunda Lei do Ventre Livre”, em referência à legislação do século 19 que considerava livres todos os filhos de mulheres escravas nascidos a partir daquela data.

    O projeto, de acordo com a magistrada, contará com um Centro de Referência da Presa Grávida, onde serão prestados assistência médica, parto humanizado e trabalho psicológico com o objetivo de preparar mães e filhos para o momento de retorno à prisão.

    No Tocantins, a previsão é que, de imediato, 50 presas poderão ser beneficiadas. O estado deverá o primeiro no país a implantar o benefício do parto fora das cadeias, projeto que será lançado pela própria presidente do STF em Palmas.

    Outro assunto tratado durante a audiência foi a burocracia hoje exigida para se fazer uma adoção. A ministra disse que trabalhará para que o prazo desses processos seja reduzido para 60 dias.

     

    Foto: Divulgação

  • Kátia Abreu: candidatos devem fugir da corrupção e da má gestão, não da política

    Senadora criticou “oportunismo” e “demagogia” de alguns concorrentes que negam ser políticos

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) classificou como “demagogo” e “oportunista” o discurso adotado por alguns candidatos que negam ser políticos, mas sim gestores ou empresários. Durante pronunciamento no plenário do Senado, nesta quinta-feira (6), ela também falou da importância de ser aprovar a reforma política.

    “Esse é um discurso falso, oportunista, demagogo, que destrói a democracia. Digo para o povo do meu Tocantins e do Brasil que tenho orgulho em ser política. Eu tenho quase vinte anos de vida pública e não tenho nenhuma acusação de corrupção em toda a minha carreira. Adoro ser política porque eu penso que, por meio da política, você pode transformar a vida das pessoas para o melhor”, afirmou a parlamentar.

    Para ser um bom político, destacou a senadora, não é necessário ser empresário e gestor, mas sim ser ético, honesto e humano. “É como se empresários fossem a Santa Sé e, entre os políticos, só houvesse bandidos. Não. Temos sim bandidos na política e no empresariado”, disse.

    “Temos que separar as coisas e parar de enganar as pessoas. O novo não é fugir da política. O novo é fugir da ladroagem, da corrupção e da má gestão de recursos públicos. É saber eleger prioridade, como um pai que nega um tênis novo para um filho porque tem que comprar os óculos de grau para o outro”, comparou.

    Kátia Abreu citou alguns exemplos de candidatos que saíram vitoriosos das urnas negando ser políticos, como o prefeito eleito de São Paulo, João Dória, e de Palmas, Carlos Amastha. “Entrou, candidatou: é político”, disse a senadora.

    “O candidato que venceu em Palmas tem esse discurso: ‘Não sou político, eu sou gestor’. Então, ele nega a classe política. E nós todos sabemos que nada acontece, nas nossas vidas, em termos de mudança significativa, em termos de legislação, que destina os rumos do país, sem a política. Então, quem se afasta da política dá espaço para os maus-caracteres entrarem para a política, para os oportunistas”, observou.

    Reforma política
    Kátia Abreu comemorou a disposição do Senado e da Câmara em aprovar pontos importantes da reforma política, como o fim das coligações proporcionais e a criação da cláusula de barreira. A votação no Senado está prevista para 9 de novembro.

    “Nós vamos atender à demanda das ruas ao colocarmos fim às coligações proporcionais. Isso significa que ninguém vai aproveitar do voto alheio, cada um vai ter que por a cara de fora e ter os seus votos”, explicou.

    A senadora disse ainda ser contrária ao voto obrigatório e lamentou a alta taxa de abstenção no primeiro turno das eleições municipais: mais de 25 milhões de pessoas não foram às urnas em todo o país, que representa quase 18% do eleitorado.

    “A ausência nas urnas significa, de certa forma, uma insatisfação com a classe política, com o sistema político brasileiro, uma falta de interesse. O voto não-obrigatório faria com que os políticos tirassem mais rapidamente o pé do chão”, disse Kátia Abreu.

    Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

  • Kátia Abreu: candidatos devem fugir da corrupção e da má gestão, não da política

    Senadora criticou “oportunismo” e “demagogia” de alguns concorrentes que negam ser políticos

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) classificou como “demagogo” e “oportunista” o discurso adotado por alguns candidatos que negam ser políticos, mas sim gestores ou empresários. Durante pronunciamento no plenário do Senado, nesta quinta-feira (6), ela também falou da importância de ser aprovar a reforma política.

    “Esse é um discurso falso, oportunista, demagogo, que destrói a democracia. Digo para o povo do meu Tocantins e do Brasil que tenho orgulho em ser política. Eu tenho quase vinte anos de vida pública e não tenho nenhuma acusação de corrupção em toda a minha carreira. Adoro ser política porque eu penso que, por meio da política, você pode transformar a vida das pessoas para o melhor”, afirmou a parlamentar.

    Para ser um bom político, destacou a senadora, não é necessário ser empresário e gestor, mas sim ser ético, honesto e humano. “É como se empresários fossem a Santa Sé e, entre os políticos, só houvesse bandidos. Não. Temos sim bandidos na política e no empresariado”, disse.

    “Temos que separar as coisas e parar de enganar as pessoas. O novo não é fugir da política. O novo é fugir da ladroagem, da corrupção e da má gestão de recursos públicos. É saber eleger prioridade, como um pai que nega um tênis novo para um filho porque tem que comprar os óculos de grau para o outro”, comparou.

    Kátia Abreu citou alguns exemplos de candidatos que saíram vitoriosos das urnas negando ser políticos, como o prefeito eleito de São Paulo, João Dória, e de Palmas, Carlos Amastha. “Entrou, candidatou: é político”, disse a senadora.

    “O candidato que venceu em Palmas tem esse discurso: ‘Não sou político, eu sou gestor’. Então, ele nega a classe política. E nós todos sabemos que nenhum mudança significativa, em termos de legislação, ocorre sem a política. Então, quem se afasta da política dá espaço para os maus-caracteres entrarem para a política, para os oportunistas”, observou.

    Reforma política
    Kátia Abreu comemorou a disposição do Congresso em aprovar pontos importantes da reforma política, como o fim das coligações proporcionais e a criação da cláusula de barreira. A votação no Senado está prevista para 9 de novembro.

    “Nós vamos atender à demanda das ruas ao colocarmos fim às coligações proporcionais. Isso significa que ninguém vai aproveitar do voto alheio. Cada um vai ter que por a cara de fora e ter os seus votos”, explicou.

    A senadora disse ainda ser contrária ao voto obrigatório e lamentou a alta taxa de abstenção no primeiro turno das eleições municipais: mais de 25 milhões de pessoas não foram às urnas em todo o país, o que representa quase 18% do eleitorado.

    “A ausência nas urnas significa, de certa forma, uma insatisfação com a classe política, com o sistema político brasileiro, uma falta de interesse. O voto não-obrigatório faria com que os políticos tirassem mais rapidamente o pé do chão”, disse Kátia Abreu.

    Assista à íntegra do pronunciamento da senadora:

    Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

  • Kátia Abreu: candidatos devem fugir da corrupção e da má gestão, não da política

    Senadora criticou “oportunismo” e “demagogia” de alguns concorrentes que negam ser políticos

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) classificou como “demagogo” e “oportunista” o discurso adotado por alguns candidatos que negam ser políticos, mas sim gestores ou empresários. Durante pronunciamento no plenário do Senado, nesta quinta-feira (6), ela também falou da importância de ser aprovar a reforma política.

    “Esse é um discurso falso, oportunista, demagogo, que destrói a democracia. Digo para o povo do meu Tocantins e do Brasil que tenho orgulho em ser política. Eu tenho quase vinte anos de vida pública e não tenho nenhuma acusação de corrupção em toda a minha carreira. Adoro ser política porque eu penso que, por meio da política, você pode transformar a vida das pessoas para o melhor”, afirmou a parlamentar.

    Para ser um bom político, destacou a senadora, não é necessário ser empresário e gestor, mas sim ser ético, honesto e humano. “É como se empresários fossem a Santa Sé e, entre os políticos, só houvesse bandidos. Não. Temos sim bandidos na política e no empresariado”, disse.

    “Temos que separar as coisas e parar de enganar as pessoas. O novo não é fugir da política. O novo é fugir da ladroagem, da corrupção e da má gestão de recursos públicos. É saber eleger prioridade, como um pai que nega um tênis novo para um filho porque tem que comprar os óculos de grau para o outro”, comparou.

    Kátia Abreu citou alguns exemplos de candidatos que saíram vitoriosos das urnas negando ser políticos, como o prefeito eleito de São Paulo, João Dória, e de Palmas, Carlos Amastha. “Entrou, candidatou: é político”, disse a senadora.

    “O candidato que venceu em Palmas tem esse discurso: ‘Não sou político, eu sou gestor’. Então, ele nega a classe política. E nós todos sabemos que nenhum mudança significativa, em termos de legislação, ocorre sem a política. Então, quem se afasta da política dá espaço para os maus-caracteres entrarem para a política, para os oportunistas”, observou.

    Reforma política
    Kátia Abreu comemorou a disposição do Congresso em aprovar pontos importantes da reforma política, como o fim das coligações proporcionais e a criação da cláusula de barreira. A votação no Senado está prevista para 9 de novembro.

    “Nós vamos atender à demanda das ruas ao colocarmos fim às coligações proporcionais. Isso significa que ninguém vai aproveitar do voto alheio. Cada um vai ter que por a cara de fora e ter os seus votos”, explicou.

    A senadora disse ainda ser contrária ao voto obrigatório e lamentou a alta taxa de abstenção no primeiro turno das eleições municipais: mais de 25 milhões de pessoas não foram às urnas em todo o país, o que representa quase 18% do eleitorado.

    “A ausência nas urnas significa, de certa forma, uma insatisfação com a classe política, com o sistema político brasileiro, uma falta de interesse. O voto não-obrigatório faria com que os políticos tirassem mais rapidamente o pé do chão”, disse Kátia Abreu.

    Assista à íntegra do pronunciamento da senadora:

    Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

  • Em Araguatins, senadora cobra planejamento e transparência de prefeitos

    Kátia Abreu percorre o estado para participar das campanhas eleitorais dos municípios

    Ao discursar para um público de cinco mil pessoas em Araguatins, no Bico do Papagaio, a senadora Kátia Abreu voltou a criticar a saúde pública no Tocantins e o descaso do governo estadual com o município. “Há dois anos não move uma palha para solucionar a situação dos moradores da cidade”, discursou a parlamentar na concentração da campanha do candidato à prefeito do PRB, Aquiles da Areia.

    Além da senadora, estavam no palanque, na noite desta quarta-feira (21), o deputado federal César Hallum (presidente regional do partido), o ex-deputado federal Osvaldo Reis e ex-prefeitos do município. Para Kátia Abreu, com planejamento e transparência os prefeitos serão capazes de melhorar a qualidade de vida dos moradores.

    Na quarta-feira (20), a senadora Kátia Abreu participou de comício em Angico, na campanha da ex-primeira-dama Nena (PV), e em São Bento, onde pediu votos para o candidato Paulo Wanderson (PP). Na terça, esteve em Talismã (Dr. Mosaniel Falcão/PSD) e Alvorada (Paulo Antonio/PSD).

    Em continuidade às campanhas municipais, a senadora participa de comícios nesta quinta-feira (22) em São Miguel do Tocantins (Dino/PSD), Itaguatins (Regis Melo/PSD), Sitio Novo (Irisfran/PV), Sampaio (Armindo Cayres/PR), Axixá do Tocantins (Damião Castro/PMDB) e fecha o dia na cidade de Augustinópolis, no comício da candidata Carmem (PMDB).

    Foto: Divulgação

  • “Laurez tratou o povo com respeito”, diz Kátia Abreu em Gurupi

    Gestão da prefeitura é considerada de excelência na área de saúde

    “Não confundam o excelente setor de saúde pública de competência da prefeitura com a saúde pública de responsabilidade do governo estadual”. A declaração foi feita pela senadora Kátia Abreu na noite desta segunda-feira (19), em comício do prefeito Laurez Moreira (PSB), candidato à reeleição em Gurupi. A concentração foi realizada no Setor Malvinas com um público estimado em três mil pessoas.

    “A responsabilidade do Hospital Regional de Gurupi é do governo do Estado”, lembrou a parlamentar. “Já Laurez tratou o povo com respeito”.

    Kátia elencou os motivos de apoiar Laurez Moreira nesta campanha, já que na última eleição a parlamentar estava no palanque do seu adversário. “Não tenho qualquer problema para assumir que o prefeito tem sido um dos maiores administradores do município nos últimos anos”, disse. “Estou aqui para ajudar o prefeito a continuar esse trabalho competente”.

    Nos últimos anos, a senadora destinou a Gurupi cerca de R$ 75 milhões em recursos do Orçamento Geral da União, dos quais R$ 42,2 milhões já foram pagos.

    Nos cerca de 50 municípios por onde passou nos últimos dias, Kátia Abreu tem lembrado que a população está mudando. Agora exige prefeito competentes, que cumpram a Lei de Responsabilidade Fiscal e façam planejamento de suas administrações. “Só vou a palanques de candidatos em que tenho certeza que farão planejamento e tem projetos para seus municípios”, disse.

    De acordo com a senadora, muitos dos atuais prefeitos pegaram suas prefeituras endividadas, negativadas e as cidades descuidadas, como é o caso de Gurupi. “Hoje nossa cidade está praticamente toda asfaltada, ruas limpas, pagamento de salários e de fornecedores em dia e em todas as escolas nós colocamos ar-condicionado”, discursou o prefeito Laurez Moreira.

    Nesta terça-feira (20), a senadora Kátia Abreu vai à concentração na cidade de Sucupira, em seguida Talismã e encerra o dia em comício na cidade de Alvorada.

    Foto: Divulgação

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