• Obras do Hospital Geral de Gurupi estão paralisadas mesmo com R$ 32 milhões em caixa

    Senadora Kátia Abreu já alocou R$ 41 milhões em emendas parlamentares para o empreendimento

    A senadora Kátia Abreu cobrou nesta segunda-feira (13) do governo do Tocantins a continuidade das obras do Hospital Geral de Gurupi (HGG). A parlamentar, integrante da Comissão Externa do Senado criada para verificar a situação da saúde pública no estado, tem recebido apelos da população do município e do sul tocantinense devido à precariedade do atendimento na rede de saúde pública.

    A paralisação das obras do HGG se dá mesmo com a existência de recursos em caixa, da ordem de R$ 32 milhões. As verbas são provenientes de emendas da senadora, que já alocou (recursos liberados) para o hospital um total de R$ 41 milhões, sendo R$ 25 milhões creditados em maio e mais R$ 16 milhões em novembro de 2014. Deste total, o governo utilizou (pagamento à construtora responsável pela obra) apenas R$ 3.497.223,85 em 2014 e outros R$ 6.081.309,53 em 2015, não constando pagamentos em 2016.

    “As obras estão paradas e não é por falta de dinheiro”, disse Kátia Abreu. O Hospital Geral de Gurupi terá capacidade para atender todos os municípios do Sul do Estado (microrregiões Sul e Rio Formoso), totalizando 240 mil habitantes em 27 municípios. Ainda terá 200 leitos de internação, 40 leitos de UTI – sendo 10 pediátricos – centro cirúrgico com sete salas, pronto socorro ampliado e ambulatório com “hospital dia” para realização de pequenos procedimentos que necessitam de curtos períodos de internação.

    O contrato para a construção da primeira etapa do Hospital Geral de Gurupi foi assinado no dia 12 de setembro de 2013 entre o Governo do Estado e a Construtora Centro Norte Ltda (Coceno). O prédio está sendo construído em três etapas em uma área de 97.803,47m² próximo ao Campus I do Centro Universitário Unirg.

    Foto: Divulgação

  • Kátia Abreu destina R$ 3,2 milhões para Clínica da Mulher e R$ 913 mil para Casa do Parto Normal em Palmas

    Senadora pediu maior interlocução entre o sistema público de saúde da capital e  Hospital Maternidade Dona Regina
    A senadora Kátia Abreu intercedeu na última segunda-feira (6) junto ao secretário de Saúde de Palmas, Nésio Fernandes, por uma melhor interlocução entre o sistema público de saúde da Capital e o Hospital e Maternidade Dona Regina. Hoje, cerca de 50% dos atendimentos realizados pelo Hospital Maternidade poderiam ser feitos no Postos de Saúde e nas UPAs. De abril a setembro de 2016, das 1.074 pacientes que deram entrada no HMDR, 534 eram da Capital. Destes, 489 pacientes
    tiveram origem nas USF e UPAs.

    A Casa de Parto da Capital, a ser administrada pela Prefeitura de Palmas, com emenda parlamentar de R$ 913 mil da senadora Kátia Abreu, funcionará a menos de 10 minutos (tempo de deslocamento) do Hospital e Maternidade Dona Regina por determinação do Ministério da Saúde, segundo o secretário de Saúde de Palmas, Nésio Fernandes.

    A senadora Kátia Abreu destinou ainda R$ 3,2 milhões para a construção e aquisição de equipamentos da Clínica da Mulher na Capital, que também dará um suporte importante, principalmente no pré-natal. Será uma clínica de especialidades dedicada às mulheres, possibilitando atendimento de qualidade na rede pública municipal de saúde, com a realização de exames, consultas e procedimentos médicos.

    COMISSÃO
    A senadora Kátia Abreu tem conhecido a situação da saúde no Estado, começando por Palmas, como integrante da Comissão Externa, criada pelo Senado em dezembro de 2016 para investigar o caos na saúde pública do Estado. Nos últimos anos, a senadora Kátia Abreu destinou cerca de R$ 80 milhões de suas emendas (recursos empenhados e pagos)
    para o setor de saúde pública no Estado. Dentre eles, para o Hospital Regional de Gurupi (R$ 41 milhões já pagos), Crer (Araguaína), tomógrafos e mamógrafos (Gurupi e Araguaína), Clinica da Mulher e Casa de Parto (Palmas) e UPAs e 114 gabinetes odontológicos para municípios do Estado.

    SAÚDE: R$ 8,8 MILHÕES DESTINADOS PARA PALMAS

    Sempre atenta à saúde, Kátia Abreu já enviou um total de R$ 8,8, milhões para serem aplicados no Sistema Único de Saúde (SUS) de Palmas.

    R$ 3,2 milhões para construção e a aquisição de equipamentos para a Clínica da Mulher e Doenças Tropicais;
    R$ 913 mil para construção da Casa de Parto Normal;
    R$ 700 mil para equipamento para Laboratório da Semus;
    R$ 800 mil para construção do Centro de Atenção Psicossocial Infanto Juvenil;
    R$ 800 mil para construção do Centro de Atenção Psicossocial para Deficiência Mental;
    R$ 500 mil para equipamentos para Policlínica da Região Norte;
    R$ 540 mil para Ambulâncias;
    R$ 600 mil para equipamentos hospitalares para o SAMU;
    R$ 400 mil para compra de equipamentos para os CAPs;
    R$ 400 mil para equipamentos para Unidade de Pronto Atendimento (UPA Sul).

    Foto: Divulgação

  • Kátia Abreu pede ao TCU solução para Projeto de Irrigação Sampaio, no Tocantins

    Senadora tratou do assunto nesta terça-feira com o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU)

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) pediu, nesta terça-feira (29), ao presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Aroldo Cedraz, solução para destravar as obras do Projeto de Irrigação Sampaio, na região do Bico do Papagaio, no Tocantins. O empreendimento teve início em 2000, mas até hoje não está em funcionamento porque a infraestrutura necessária não foi concluída.

    O projeto está localizado município Sampaio e prevê construção de infraestrutura para irrigação de 1.000 hectares destinados ao cultivo de frutas, grãos, entre outros. As obras consistem em sistemas de bombeamento para captação, distribuição e drenagem d’água e dique para proteção das áreas de lavoura contra as cheias do Rio Tocantins.

    De acordo com a senadora, existem mais de cem projetos de irrigação no Nordeste brasileiro com problemas semelhantes ao de Sampaio, por isso a parlamentar pediu auxílio ao TCU para desenhar uma solução que sirva de modelo às demais obras.

    O TCU determinou que o Tocantins devolva aos cofres da União R$ 287 milhões, o que deixaria o estado inadimplente e prejudicaria a assinatura de outros convênios públicos importantes. O convênio com a empresa responsável pelas obras em Sampaio está expirado há dois anos e corre o risco de passar por Tomada de Contas Especial na Controladoria Geral da União (CGU).

    A senadora busca uma solução junto aos órgãos envolvidos – CGU, Ministério da Integração Nacional e TCU – para que os produtores da cidade consigam produzir e ter produtividade.

    Kátia Abreu destacou que cada hectare de área irrigada tem potencial para gerar 4 empregos (diretos e indiretos). “Além de melhorar a produção, a irrigação é o processo mais barato e rápido para se gerar emprego no campo”, afirmou.

    “Não fossem os desvios e a má utilização dos recursos públicos, poderíamos já ter gerado 4 mil empregos em Sampaio e região. O povo é quem está sendo prejudicado”, completou Kátia Abreu.

     

    Foto: divulgação

  • Kátia Abreu pede urgência ao Mapa para viabilizar exportação de carne do Tocantins à União Europeia

    Ministério da Agricultura tem até amanhã (10) para enviar plano de ações ao bloco

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) enviou nesta quarta-feira (9) um ofício ao ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, no qual pede urgência para viabilizar exportações de carne bovina do Tocantins para a União Europeia. O bloco espera do Brasil o envio de um plano de ações para controle sanitário da produção de carne no estado, cujo prazo expira na quinta-feira (10).

    Uma missão de inspeção da União Europeia visitou o Tocantins de 20 de maio a 2 de junho – após, portanto, a senadora ter deixado o Ministério da Agricultura – para avaliar as condições sanitárias da produção de carne bovina in natura destinada à exportação para o bloco.

    Os europeus estiveram na Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec), visitaram duas propriedades rurais e um frigorífico. As condições sanitárias das propriedades estavam dentro do padrão exigido pela União Europeia, porém inconformidades foram encontradas no frigorífico. Vale destacar que o foco original da missão não contemplava inspeção a frigoríficos.

    Devido a esse episódio isolado, o Tocantins corre risco de não entrar na lista de estados brasileiros autorizados a exportar carne bovina para o bloco, status que pleiteia há quase vinte anos. Hoje, o Tocantins tem rebanho de 8,5 milhões de bovinos e bubalinos e caminha para conquistar, em 2020, título de zona livre de febre aftosa sem vacinação.

    Para evitar esse prejuízo, cabe ao Ministério da Agricultura enviar um plano de ação à União Europeia detalhando as medidas que serão adotadas para corrigir as deficiências. O prazo para envio do documento termina na quinta-feira (10), por isso a senadora pediu urgência à pasta.

    “Há 19 anos o Estado do Tocantins foi considerado livre da febre aftosa com vacinação e, desde então, investimos muito em campanhas, compra de vacinas e mobilização de técnicos para fiscalizar e acompanhar as inúmeras propriedades rurais do Estado”, explicou Kátia Abreu. “Todo o esforço e trabalho feito pelo estado não pode ser comprometido por um episódio localizado, que não corresponde à realidade do estado. Por isso peço agilidade por parte do ministério”, completou.

    Foto: Jefferson Judy/Agência Senado

  • Kátia Abreu lança consórcio municipal de usinas de asfalto e perfuratrizes

    A intenção é unir prefeituras para diminuir custos de pavimentação e manutenção de estradas

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) e o deputado federal Irajá Abreu (PSD-TO) lançaram consórcio municipal para instalação de usinas de asfalto e aquisição de perfuratrizes. O projeto vai criar inicialmente dois polos de usinas no estado, um em Gurupi, que atenderá às demais cidades do sul do estado, e outro voltado para Porto Nacional e região.

    O lançamento foi formalizado durante encontro na manhã desta segunda-feira (8), em Gurupi, com 19 prefeitos de municípios do sul. Mais tarde, a senadora reuniu em sua residência, em Palmas, outros 15 prefeitos da região de Porto Nacional.

    Esta foi a segunda reunião sobre o assunto conduzida por Kátia Abreu, que há duas semanas recebeu 70 prefeitos eleitos em seu gabinete, em Brasília, para apresentar a proposta.

    Desta vez, os gestores apresentaram suas demandas e se informaram sobre os procedimentos necessários para implantação. As usinas de asfalto viabilizam pavimentação asfáltica em grande escala, com maior agilidade na execução das obras e menores custos, gerando emprego e renda na região.

    Com o consórcio, o valor do recapeamento cairá de R$ 16 (custo da iniciativa privada) para R$ 8. Já o asfalto novo, de R$ 70 para R$ 25.

    A usina poderá fazer, por ano, 700 mil metros quadrados de recapeamento e 600 mil metros quadrados de asfalto novo. Com essa capacidade, todos os municípios terão sua malha viária asfaltada em quatro anos.

    Kátia Abreu e o deputado Irajá se comprometeram a destinar recursos por meio de emendas parlamentares para aquisição de material e maquinários.

    Polos
    Gurupi será o polo da região sul do Tocantins, pois já possui usina de asfalto em pleno funcionamento. O mesmo ocorre em Porto Nacional, que será o polo das cidades da região. A usina de Porto Nacional, porém, está parada atualmente.

    Os prefeitos interessados em integrar o consórcio farão levantamento de todo maquinário necessário. A ideia é usar os equipamentos já existentes e a mão de obra local, além de fazer permutas entre os consorciados com o objetivo de cumprir o cronograma definido.

    As prefeituras deverão respeitar datas e prazos para que cada município termine as obras dentro do período previsto, que é de seis a sete meses, época de seca no estado.

    Segundo a senadora, todos os municípios podem participar do consórcio, basta estarem com toda documentação de acordo com o estatuto e receberem aprovação da Câmara de Vereadores.

    Kátia Abreu ainda fez um apelo aos gestores para que negociem liberação de emendas junto aos deputados estaduais e federais. “Essa articulação dá mais força ao nosso consórcio. Quanto mais recursos, mais rápido e mais cidades serão contempladas”, afirmou.

    Perfuratrizes
    O consórcio municipal também prevê aquisição conjunta de perfuratrizes – equipamentos utilizados para abertura de poços artesianos, construção de barragens e outras obras que auxiliam no combate à seca. Também constroem tanques escavados, para criação de peixes.

    Das cidades da região sul, participaram Aliança, Alvorada, Araguaçu, Duerê, Fátima, Figueirópolis, Formoso do Araguaia, Jaú, Nova Rosalândia, Palmeirópolis, Peixe, Pugmil, Sandolândia, Santa Rita, São Salvador, São Valério da Natividade, Sucupira e Talismâ.

    Da região de Porto Nacional, estiveram os municípios de Aparecida do Rio Negro, Chapada da Natividade, Ipueiras, Mateiros, Monte do Carmo, Natividade, Novo Acordo, Pindorama, Ponte Alta do Tocantins, Porto Nacional, Santa Rosa, Santa Tereza, São Félix e Silvanópolis.

  • Sindicato de policiais civis apresenta dificuldades da categoria a Kátia Abreu

    Desvio de função, sobrecarga de trabalho e desvalorização são alguns dos problemas enfrentados

    A senadora Kátia Abreu recebeu nesta quinta-feira (3) o presidente do Sindicato dos Policiais Civil do Estado do Tocantins(Sinpol), Moisemar Alves Marinho, que relatou à parlamentar as dificuldades que a categoria enfrenta nos dias atuais no Tocantins.

    Também participaram da reunião, que ocorreu no gabinete da senadora em Palmas, o diretor financeiro, Argus Nazareno, o diretor jurídico, João Paulo Coelho e advogado da instituição, Leandro Manzano.

    Os policiais expuseram problemas como o desvio de função, que acarretam sobrecarga de trabalho. Segundo eles, mais de 70% dos agentes estão cedidos para outros fins; o que afeta diretamente na atuação da Polícia Civil. As principais pendencias apontadas são o efetivo reduzido, desvalorização e sobrecarga de trabalho que segundo eles, levam a Polícia Civil ao colapso.

    A senadora destacou que 70% dos delegados do estado antedem a apenas 18% da população. “Falta gestão e distribuição coerente dos agentes e dos recursos”, observou Kátia Abreu.

    Foi apresentado também um pedido de apoio à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 273/2016, que estabelece que todos os Policiais e Bombeiros Militares comecem carreira como soldado. Prevê ainda que todos os Policiais Civis e Federais sejam agente organizados em uma só carreira, com provimento originário no primeiro nível. A matéria foi apresentada pelo deputado federal Subtenente Gonzaga (PDT-MG), na Câmara Federal.

    Após explanação das deficiências, o Sindicato fará um levantamento de soluções que serão apresentadas à senadora em uma próxima reunião a ser agendada em Brasília.

  • Kátia Abreu e prefeitos do Tocantins discutem andamento do Prodoeste com o BID

    Projeto prevê empréstimo de US$ 99 milhões para irrigar 26 mil hectares no estado

    Em audiência com o novo representante do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) no Brasil, Hugo Florez Timoran, a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) e prefeitos do Vale do Araguaia discutiram o andamento do Prodoeste, Programa de Desenvolvimento da Região Sudoeste do Tocantins que prevê empréstimo de US$ 99 milhões para irrigar 26 mil hectares no estado.

    A senadora e os prefeitos eleitos Nelson Alves Moreira (Lagoa da Confusão), Valdeni Carvalho (Dueré), Valdemir Oliveira Barros (Pium) e Cleiton Cantuário Brito (Cristalândia) solicitaram a reunião para saber sobre o andamento do projeto, cujo atraso no cronograma de execução preocupa os gestores. Também participou o Secretário de Irrigação do Ministério da Integração Nacional, Ricardo Santa Ritta.

    Hugo Florez Timoran informou que uma missão técnica do banco, vinda dos Estados Unidos e do Uruguai, visitará o Tocantins para elaborar um relatório detalhado do andamento do Prodoeste, apontando avanços e dificuldades. O projeto foi celebrado em 2012 entre o BID e o governo do Tocantins. Na época, previa vigência até 2017, mas devido aos atrasos foi prorrogado para 2019.

    Kátia Abreu destacou que o Tocantins tem 4 milhões de hectares de terras aptas para irrigação, porém atualmente há menos de 200 mil hectares irrigados no estado. “É a maior área irrigável contínua do mundo. Temos que acelerar esse projeto”, disse. Do total de US$ 165 milhões previstos em investimento, US$ 99 milhões serão financiados pelo BID e o restante caberá ao estado.

    “O Prodoeste é importantíssimo para a região não apenas pela sua grandiosidade, mas também porque será uma vitrine de atração de outros investimentos. Significa muito mais do que os 26 mil hectares. Será um chamariz para o mundo todo”, afirmou a senadora. “Esse projeto tem necessidade extrema de se realizar porque pode alavancar dez vezes mais hectares do que sua abrangência original. O governo do estado precisa estar atento e procurar ajuda da bancada federal no Congresso para realizá-lo caso encontre dificuldade”, completou.

    Investimento privado no Matopiba
    Durante a reunião, a senadora acertou com o representante do BID a realização de um seminário, em fevereiro, para apresentação do potencial agropecuário do Matopiba (região formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) a investidores privados e gestores do BID.

    No seminário – que será sediado por uma das quatro cidades (Lagoa da Confusão, Dueré, Pium e Cristalândia) – Kátia Abreu detalhará estudos sobre o Matopiba, última fronteira agrícola em expansão do mundo. Já o BID apresentará as possibilidades de financiamento privado direto entre o banco e empresas agropecuárias.

    Também serão convidados o Ministério da Integração Nacional, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Universidade de São Paulo (USP) e a The Boston Consulting Group (BCG) – empresa que elaborou diretrizes até 2035 para que o Matopiba se torne referência mundial em desenvolvimento acelerado do agronegócio, avanços sociais e infraestrutura.

    Após o seminário, que será organizado pela senadora em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária do Tocantins (Faet) e com o Sebrae Tocantins, o BID se prontificou a fazer workshop internacionais para promover a região e atrair investidores de outras partes do mundo.

    Prodoeste
    O programa, celebrado em 2012 entre o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o estado do Tocantins, prevê US$ 99 milhões em empréstimo para melhorar as instalações hídricas da região sudoeste e desenvolver infraestrutura de irrigação com o objetivo de impulsionar a agroindústria, gerar cerca de 10 mil novos empregos permanentes e elevar a renda da população local.

    A fim de encorajar o desenvolvimento agrícola por meio do acesso à irrigação, o programa irá construir um reservatório com capacidade de 179 milhões de metros cúbicos para o fluxo regular e pequenas barragens para aumentar o nível de água dos rios Pium e Riozinho, o que será complementado por um sistema de canais e uma estação de bombas construídas por produtores agrícolas.

    O programa busca também melhorar os serviços de água e saneamento para as 14 mil pessoas que vivem nos municípios de Pium, Lagoa da Confusão, e Cristalândia. Até o quinto ano do projeto, estima-se que 90% da população desses municípios terá acesso a água potável; mais do que os 38% de hoje. Também é esperado que 90% da população tenha acesso ao sistema de esgoto, que hoje é pouco mais de 1%.

  • Kátia Abreu quer parceria com Sebrae Nacional para desenvolvimento do Bico do Papagaio

    “Precisamos desenvolver as cadeias produtivas locais para gerar renda e emprego”, disse a senadora

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) solicitou ao Sebrae Nacional parceria para impulsionar o desenvolvimento agropecuário do Bico do Papagaio, região formada por 25 municípios no extremo norte do Tocantins.

    “Queremos aproveitar a expertise do Sebrae para elaborar estudos que sinalizem os rumos certos a seguir para gerar renda e emprego para a região, que ainda tem indicadores de pobreza preocupantes”, afirmou Kátia Abreu durante reunião com o Diretor de Administração e Finanças do Sebrae Nacional, Vinícius Lages, no último dia 20.

    Atualmente as principais cadeias produtivas do Bico do Papagaio são derivadas da agricultura familiar, como mel, babaçu, mandioca, frutas nativas, ovos, pesca artesanal e leite. Segundo Kátia Abreu, a região se tornou um desafio ao desenvolvimento regional dada sua ampla dimensão territorial e seu grande potencial de expansão de cadeias produtivas.

    A parceria com o Sebrae, disse a senadora, servirá inicialmente para identificar a vocação dos produtores locais e das terras. O passo seguinte, será elaborar planos de negócios e oferecer assistência técnica e capacitação profissional.

    “Precisamos adequar melhor as aptidões locais com o objetivo de desenvolver cadeias produtivas adaptadas à região, com a perspectiva de instalação de agroindústrias. A região precisa de empregos. Os pequenos produtores e os familiares não podem ficar de fora”, observou Kátia Abreu.

    Bico do Papagaio
    A região tem população total de 196.389 habitantes , com 33% vivendo na área rural. Abrange área de 15.852,60 Km² e é composto por 25 municípios: Axixá do Tocantins, Nazaré, Riachinho, Sampaio, Sítio Novo do Tocantins, Aguiarnópolis, Ananás, Angico, Araguatins, Augustinópolis, Buriti do Tocantins, Cachoeirinha, Carrasco Bonito, Darcinópolis, Esperantina, Itaguatins, Luzinópolis, Maurilândia do Tocantins, Palmeiras do Tocantins, Praia Norte, Santa Terezinha do Tocantins, São Bento do Tocantins, São Miguel do Tocantins, São Sebastião do Tocantins e Tocantinópolis.

    A maior parte dos estabelecimentos rurais do Bico do Papagaio ainda são muito pobres. 71% das propriedades vivem com renda mensal bruta de 0 a 2 salários mínimos. 21% são considerados pobres (2 a 10 salários mínimos) e apenas 7% estão na classe média (10 a 200 salários mínimos). A classe rica representa 0,2% (acima de 200 salários mínimos).

    Dos 25 municípios, 18 possuem Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) médio e as demais 7 cidades têm IDH baixo.

    A região tem turismo intenso, com destaque para Araguatins, cujas praias no Rio Araguaia lotam durante a temporada seca, chegando a receber 10 mil turistas. Augustinópolis oferece boa rede hoteleira, cadeia de bares e restaurantes e opções de lazer, por isso costuma sediar grandes eventos. Já em Esperantina se encontram as águas dos rios Tocantins e Araguaia, com belas praias desertas de areia fina e branca. Em Angico está a cachoeira do Trevo, há vaquejadas e artesanato.

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  • Médicos apresentam a Kátia Abreu diagnóstico da saúde pública no Tocantins

    Liderados pela presidente do sindicado, Janice Painkow, os profissionais tiveram reunião com a parlamentar em Palmas

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) se reuniu, em Palmas, com a presidente do Sindicato dos Médicos do Estado do Tocantins, Janice Painkow, e um grupo de profissionais médicos que prestam atendimento nos hospitais públicos do estado. Integrou o grupo, ainda, o médico e prefeito de Miranorte, Fred Melo.

    Durante o encontro, na última segunda-feira (24), os médicos relataram à senadora Kátia Abreu os principais problemas do sistema de saúde pública no estado, como demanda por profissionais, falta de equipamentos e condições precárias de atendimento à população nos 19 hospitais regionais tocantinenses.

    Os profissionais também apontaram soluções para os gargalos que, segundo eles, estão inviabilizando o sistema de saúde pública do Estado. Para o sindicato, o atendimento à população tem sofrido prejuízos diretos, apesar do maior orçamento (R$ 1,6 bilhões) destinado ao Fundo Estadual de Saúde no Tocantins.

    Foto: Divulgação

  • Kátia Abreu: Sebrae poderá apoiar polo de criação de ovinos e caprinos no Tocantins

    Projeto desenvolvido pela senadora conta com frigorífico e fábrica de ração, que já estão em construção

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) pediu apoio ao Sebrae Nacional para desenvolver o Polo de Ovinocaprinocultura no Tocantins. A instituição poderá auxiliar o projeto, que já está em construção na cidade de Aliança, com a elaboração de planos de negócios, assistência técnica, qualificação profissional e formação de cooperativa.

    Kátia Abreu levou o projeto ao diretor de Administração e Finanças do Sebrae Nacional, Vinícius Lages, na última quinta-feira (20). O polo de criação de ovinos e caprinos que foi concebido por ela e já está sendo desenvolvido em Aliança do Tocantins. Estão em fase avançada de construção o frigorífico de pequenos animais – com capacidade inicial para abate de 180 cabeças por dia – e a fábrica de ração, com produção prevista de 2 toneladas diariamente. Por meio de emenda parlamentar, a senadora já destinou R$ 1,5 milhão para erguer os dois empreendimentos.

    “Nossos produtores de ovinos e caprinos estão sozinhos, então precisamos dar suporte para que a cadeia possa se desenvolver”, disse Kátia Abreu ao diretor. “Vamos fazer desta região um polo de produção e implantar um modelo de integração da cadeia produtiva de ovinos e caprinos, o primeiro modelo de integração desta área”, completou.

    Para a senadora, o Sebrae poderá auxiliar o projeto com assistência técnica e qualificação, como melhoramento genético do rebanho, alimentação, busca de mercado, embalagens e plano de negócios. “A expertise do Sebrae será fundamental para nossos produtores”, afirmou.

    O diretor Vinícius Lages elogiou o projeto e disse que estudará formas de apoio do Sebrae Nacional à ovinocaprinocultura no estado.

    Foto: divulgação 

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