• Kátia Abreu visita ‘Vale do Silício da China’ e diz que Tocantins deve ser produtor de tecnologia

    Senadora afirmou que estado precisa atrair empresas de alta tecnologia e inovação

    Durante visita nesta quinta-feira (31) ao distrito de Shandi, em Pequim, conhecido como o “Vale do Silício da China”, a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) disse que o Tocantins deve ser produtor de tecnologia, inovação e inclusão digital.

    O “Vale do Silício Chinês” ganhou esse apelido em referência à região da Califórnia onde estão concentradas empresas de tecnologia norte-americanas. O local é visto como uma das vitrines da iniciativa do governo chinês de investir em uma economia voltada para inovação e alta tecnologia.

    Kátia Abreu afirmou que a região é um exemplo de como empresas de tecnologia aliadas à ensino e inovação são capazes de transformar a realidade de um país. “É uma inspiração para o Tocantins”, disse a senadora, que estava acompanhada pelo presidente da empresa iSoftStone, Walter Fang, e do senador Cristovam Buarque.

    “Não queremos um Estado pobre exportador de produto primário para sempre. Queremos um Tocantins inteligente, produtor de tecnologia. Precisamos de oportunidades verdadeiras para um desenvolvimento social sustentável a fim de sermos um continente de prosperidade”, afirmou durante a visita.

    A senadora lembrou que propôs aos dois últimos governos estaduais zerar impostos para empresas de tecnologia, com o objetivo de atraí-las para o Tocantins. “Mas infelizmente esse assunto não foi prioridade”, explicou.

    A parlamentar destacou iniciativas que estão em curso dentro do estado. Ela já destinou emenda parlamentar no valor de R$ 1 milhão para instalação do Parque Tecnológico em Biotecnologia de Gurupi. Além disso, o prefeito Ronaldo Dimas, de Araguaína, tem projeto para construção de um parque tecnológico, com laboratórios e incubadora de empresas, no município.

    Cidades inteligentes
    No “Vale do Silício Chinês”, Kátia Abreu visitou a iSoftStone, empresa desenvolvedora de softwares para cidades inteligentes, que são municípios que fazem uso estratégico de infraestrutura e serviços e de informação e comunicação com planejamento e gestão urbana.

    O presidente da empresa, Walter Fang, explicou que as cidades inteligentes conseguem se desenvolver economicamente ao mesmo tempo em que se tornam mais eficientes. O resultado é aumento na qualidade de vida dos habitantes.

    Kátia Abreu esteve na sala de situação de Pequim, de onde é possível controlar, por exemplo, todo o gasto de energia e de água por quarteirão, por prédio ou até mesmo por apartamento, a fim de identificar onde há desperdício. Dentre as outras inúmeras possibilidades, o software das cidades inteligentes são capazes de desenhar o melhor roteiro para uma ambulância chegar ao hospital mais próximo ou para o Corpo de Bombeiros atender a um incêndio.

     

  • Em Pequim, Kátia Abreu discute investimentos no Matopiba com embaixador

    Senadora destacou necessidade de ampliar a classe média rural e investir em infraestrutura na região

    Em viagem oficial a Pequim, a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) se reuniu nesta quarta-feira (30) com o embaixador do Brasil na China, Marcos Caramuru de Paiva, para discutir investimentos no Matopiba, região formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. A parlamentar está no país asiático a convite da Universidade de Pequim para falar sobre o potencial agropecuário da região.

    Recebida na residência oficial da embaixada brasileira em Pequim, a senadora mostrou ao embaixador o Plano Diretor para Desenvolvimento Regional do Matopiba, projeto que fornece diretrizes até 2035 para que a região se torne referência mundial em desenvolvimento agropecuário combinado com avanços sociais em educação, saúde e infraestrutura básica.

    “O desenvolvimento do Matopiba deve ser sustentado por fundos de investimento e pela iniciativa privada, entes que estão cada dia mais interessados no Matopiba devido ao nosso enorme potencial em produção de alimentos”, afirmou a senadora.

    Kátia Abreu destacou as ações privadas e públicas previstas que impulsionarão o desenvolvimento local. Entre elas, o Eco Porto de Praia Norte, a Zona Especial de Negócios (ZEN), a indústria da Granol e o Terminal da VLI de Luzimangues – as duas últimas em Porto Nacional.

    De acordo com o Plano Diretor, são estimados de R$ 29 bilhões a R$ 66 bilhões em investimentos em infraestrutura e logística, educação e serviços básicos.

    Entre as ações necessárias, está a ampliação das áreas irrigadas no Matopiba, que atualmente tem 6 milhões de hectares com potencial para a atividade. “A irrigação diminui o risco climático das lavouras, reduz a oscilação de preço ao consumidor e favorece a rotação de culturas. Sem falar na geração de renda. Cada hectare irrigado gera 1,5 empregos diretos e indiretos”, explicou a senadora.

    Desenvolvimento social
    Kátia Abreu afirmou ainda que o desenvolvimento do Matopiba deve ter foco na ampliação e fortalecimento da classe média rural, a fim de melhorar a renda, o emprego e a qualificação profissional dos produtores locais. “Vamos estimular a independência financeira dos nossos agricultores porque não podemos mais conviver com ilhas de prosperidade no campo. Todos devem ser incluídos na riqueza do agro”, afirmou.

    Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

  • Em defesa contra expulsão, Kátia Abreu lembra que PMDB não puniu filiados condenados por crimes graves

    Senadora apresentou sua defesa nesta quarta-feira e elencou 24 testemunhas, entre elas políticos do Tocantins

    A senadora Kátia Abreu, que enfrenta um processo de expulsão do PMDB por supostamente ter violado o Código de Ética e Fidelidade Partidária e o Estatuto da sigla, apresentou nesta quarta-feira (16) sua defesa. A parlamentar indicou 24 testemunhas, entre elas políticos do Tocantins, e lembrou que a legenda não propôs nenhum tipo de punição a filiados condenados por crimes graves, como corrupção e formação de quadrilha.

    A representação contra Kátia Abreu foi apresentada pela Comissão Executiva Estadual do PMDB no Tocantins e encaminhada à Comissão Nacional, que julgará o caso. Para a acusação, ao discursar contra a aprovação da Reforma Trabalhista e criticar peemedebistas como Marcelo Miranda, Michel Temer e Romero Jucá, a parlamentar praticou atos “nocivos, provocativos e desrespeitosos” e promoveu “inequívoca afronta ao partido”.

    Em sua defesa (veja aqui a íntegra da peça), Kátia Abreu diz que renomados nomes do PMDB têm enfrentado problemas de ordem criminal, sendo que alguns já foram condenados e presos – como o ex-deputado Eduardo Cunha e o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. “Até mesmo o presidente da República foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República”, lembra. O partido, porém, não questionou a conduta de nenhuma desses filiados.

    A senadora solicita que sejam ouvidas 24 testemunhas. Veja os nomes indicados:

    1. Douglas Marcelo Alencar Schmitt – Tocantins
    2. Ângela Alves – Tocantins
    3. Alexandre Fleury Jardim – Tocantins
    4. Jorge Wazeler Pés (Jorge Gaúcho) – Tocantins
    5. Jair Martins – Tocantins
    6. Deputado Estadual Rocha Miranda – Tocantins
    7. Governador Ivo Sartori – Rio Grande do Sul
    8. Senador Renan Calheiros – Alagoas
    9. Senador Roberto Requião – Paraná
    10. Senador Eduardo Braga – Amazonas
    11. Senador Edson Lobão Filho – Maranhão
    12. Senador Eunício Oliveira – Ceará
    13. Senador Valdir Raupp – Rondônia
    14. Senador Jorge Vianna – Acre
    15. Senador Armando Monteiro – Pernambuco
    16. Senador Wellington Salgado – Minas Gerais
    17. Deputado Laura Carneiro – Rio de Janeiro
    18. Deputado José Augusto Pugliesi – Tocantins
    19. Ex. Governador André Puccinelli – Mato Grosso do Sul
    20. Ex. Prefeito Eduardo Paes – Rio de Janeiro
    21. Ex. Presidente Dilma Vanna Rousseff – Rio Grande do Sul
    22. Ex. Presidente Luís Inácio Lula da Silva – São Paulo
    23. Ministro Gilberto Kassab – São Paulo
    24. Ministro Leonardo Picciani – Rio de Janeiro

  • Governo do TO atrasa documentação para retomada da obra de barramento do Rio Arraias

    Senadora Kátia Abreu visitou o barramento em junho e cobrou a conclusão da obra, paralisada há oito anos

    Após cobrança da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), o Ministério da Integração Nacional informou que aguarda documentos do governo do Tocantins para dar prosseguimento às obras de barramento do Rio Arraias. O empreendimento, fundamental para levar segurança hídrica e desenvolvimento à região Sudeste do estado, está paralisado desde 2009.

    Em junho deste ano, após visitar a obra em Arraias (TO), a senadora Kátia Abreu enviou ofício ao ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, no qual questionou o planejamento da pasta para retomada do empreendimento. A obra está paralisada devido a embargo do Tribunal de Contas da União (TCU), que detectou indícios de irregularidades, como sobrepreço, superfaturamento e deficiência de projeto.

    No ano passado, o TCU reviu a condição do empreendimento e permitiu que, após análise técnica e jurídica, o ministério celebre novo convênio com o governo do Tocantins. Na época em que foi embargada, a obra estava 55% concluída, de acordo com o órgão de controle.

    O ministério solicitou ao governo do Tocantins uma série de documentos (veja aqui a íntegra do ofício), mas que ainda não foram encaminhados integralmente, o que causa atraso na retomada da obra aguardada há uma década pela população.

    “É importante que o Governo do Estado dê prioridade a essa obra e envie toda a documentação exigida pelo ministério o quanto antes. O barramento vai transformar a paisagem da região do ponto de vista econômico e social. É uma geração de riqueza e uma abundância que só a água traz”, disse a senadora Kátia Abreu.

    A barragem permitirá acumular água no alto vale do rio Arraias e formar uma lâmina d’água de 400 hectares, tornando o curso do rio perene durante todo o ano. Além de garantir o abastecimento da população local, a água também poderá ser usada para fruticultura, irrigação, produção de peixe e criação de pequenos animais.

    O barramento
    A barramento do Rio Arraias permitirá acumular água no alto vale do rio Arraias e formar uma represa com 400 hectares de lâmina d’água, tornando o curso do rio perene durante todo o ano. Além de garantir o abastecimento da população local, a água também poderá ser usada para fruticultura irrigada, produção de peixe e criação de pequenos animais.

  • Kátia Abreu pede celeridade na liberação de medicamento para bebê tocantinense com doença rara

    Pequeno Francisco tem Atrofia Muscular Espinhal (AME) e luta na Justiça para receber tratamento.

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) se reuniu nesta quarta-feira (5) com o desembargador federal Daniel Paes Ribeiro para pedir celeridade ao processo do pequeno Francisco Martins Campeão Garrido, bebê tocantinense com um ano e cinco meses de idade portador de uma doença rara e degenerativa, a Atrofia Muscular Espinhal (AME).

    Os pais de Francisco correm contra o tempo e acionaram a Justiça para obter uma medicação importada capaz de garantir a sobrevivência da criança e melhorar seu quadro clínico. A doença afeta os neurônios motores e compromete os músculos, por isso o paciente perde todos os movimentos, inclusive os da respiração. A expectativa de vida de bebês com a atrofia é de dois anos.

    A droga Nusinersena/Spiranza, porém, é importada e ainda não foi liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além disso, é extremamente cara: cada dose custa aproximadamente R$ 480 mil, totalizando quase R$ 3 milhões o tratamento completo. Por isso, os pais de Francisco entraram com uma ação na Justiça Federal para solicitar o medicamento ao Ministério da Saúde, mas ainda aguardam a tramitação do processo.

    A história do pequeno Francisco foi levada por amigos à senadora Kátia Abreu, que se solidarizou e procurou o desembargador relator do processo, Daniel Paes Ribeiro. Em reunião nesta tarde, ela afirmou que a Justiça Federal de Goiás já deu decisão favorável ao pedido, mas acabou sendo levado à segunda instância.

    “A morosidade desse trâmite processual pode colocar a vida do bebê em risco”, argumentou a senadora, que lembrou ainda que, no Brasil, há 41 mil pessoas portadoras da AME. “Até que o laboratório detentor da patente da medicação não receba autorização da Anvisa, crianças e também adultos continuarão na fila para obter a autorização de importação do remédio”, disse.

    O desembargador afirmou que analisará o processo com atenção e procurará dar celeridade à ação.

    Foto: Divulgação

  • Kátia Abreu cobra retomada da obra do barramento do Rio Arraias

    Senadora questionou Ministério da Integração sobre os próximos passos para conclusão do empreendimento que garantirá a segurança hídrica da região.

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) cobrou do Ministério da Integração Nacional a retomada da construção do barramento do Rio Arraias, obra fundamental para levar segurança hídrica e desenvolvimento da região Sudoeste do Tocantins.

    Kátia Abreu enviou nesta quarta-feira (21) ofício ao ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, no qual questiona o planejamento da pasta para retomada do empreendimento, paralisado em 2009 após embargo do Tribunal de Contas da União (TCU). Na época, o órgão detectou diversos indícios de irregularidades, como sobrepreço, superfaturamento e deficiência de projeto.

    No ano passado, porém, o TCU reviu a condição do empreendimento e permitiu que, após análise técnica e jurídica, o ministério celebre novo convênio com o governo do Tocantins. Na época em que foi embargada, há oito anos, a obra estava 55% concluída, de acordo com o tribunal.

    A barragem permitirá acumular água no alto vale do rio Arraias e formar uma lâmina d’água de 400 hectares, tornando o curso do rio perene durante todo o ano. Além de garantir o abastecimento da população local, a água também poderá ser usada para fruticultura, irrigação, produção de peixe e criação de pequenos animais.

    “O barramento vai transformar a paisagem da região do ponto de vista econômico e social, reduzindo o sofrimento da população que sofre todos os anos com a estiagem. É uma geração de riqueza e uma abundância que só a água traz”, disse a senadora Kátia Abreu, que visitou a área na semana passada.

    Fotos: Divulgação

  • Consórcio de asfalto: recursos viabilizados por Kátia Abreu estão prontos para convênio

    Senadora comemorou empenho de R$ 5,2 milhões em emenda parlamentar pelo Ministério da Integração Nacional

    O Ministério da Integração Nacional, por meio da Superintendência Desenvolvimento Amazônia (Sudam), empenhou na última segunda-feira (19) R$ 5.246.215,00 de emenda parlamentar da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) para compra de equipamentos do consórcio de asfalto dos municípios do Tocantins.

    O Consórcio Intermunicipal, criado por intermédio da senadora Kátia Abreu, tem o objetivo de compartilhar entre as prefeituras conveniadas máquinas, equipamentos e material para recapeamento e asfaltamento. A parlamentar já apresentou o projeto a mais de 90 prefeitos, que demonstraram grande entusiasmo com a iniciativa.

    Efetuado o empenho pelo Ministério da Integração, agora cabe ao presidente do consórcio, prefeito de Santa Rita, Arthur Maia, organizar a documentação exigida pela Sudam. Em seguida, o consórcio assina convênio com o órgão e publica o edital de ata de registro de preço, modalidade de pregão mais transparente e ágil. O endereço da licitação será na Associação Tocantinense dos Municípios (ATM), a fim de ampliar o leque de cidades participantes.

    O próximo passo será a a liberação, também pelo Ministério da Integração, de R$ 3 milhões, já negociados pela senadora Kátia Abreu, para compra de insumos de recapeamento, como lama asfáltica.

    “Esse aporte de R$ 5,2 milhões em máquinas e R$ 3 milhões em asfalto é inicial. Posteriormente, a ideia é que os demais parlamentares coloquem mais emendas a fim de contemplar o maior número possível de municípios”, explicou a senadora.

    Foto: Ed Ferreira/MI

  • ARTIGO: Insegurança Pública

    Confira o artigo publicado pela senadora Kátia Abreu no Jornal do Tocantins:

    “Não há adjetivos ou substantivos para qualificar ou denominar a verdadeira carnificina que coloca o Tocantins no ranking macabro das mais violentas unidades da Federação, como constatou o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) em números divulgados esta semana no Atlas da Violência 2017.

    Eles, na prática, quantificam o descaso no setor de segurança pública que, por força das circunstâncias, ações e omissões governamentais, já seria motivo de profunda reflexão e tomada de posição, tanto do poder público como da sociedade organizada, dada a sua gravidade.

    Representam os números do IPEA, em larga medida, tal como se mostram, entretanto, resultado de uma política de governo equivocada que aplicou no ano passado no Estado, no policiamento de ruas e cidades, meros 2% do orçamento destinado a ações de segurança, enquanto despeja milhões de reais em setores meramente burocráticos.

    Policiamento feito por policiais submetidos a condições de trabalho inomináveis. E é lá que a violência acontece. É uma epidemia que mata jovens, homens e mulheres, que tem suas vidas interceptadas por um sistema de segurança pública ineficaz, como se deduz, que permite, com sua omissão deliberada, a expansão de uma verdadeira guerra civil.

    Não há um muro de contenção eficiente ou um aparelho preventivo e repressor, o que lhe dá a natureza de uma calamidade, a exemplo do que já se presenciava no setor de saúde pública.

    Envergonha-nos, certamente, presenciar Estados como Alagoas deixarem a zona cinzenta dos historicamente mais violentos do país – efeito de políticas públicas acertadas e prioridades muito bem delineadas – e constatar no Tocantins, criado sob a égide do novo, a evolução de desempenho de sentido inverso, sem qualquer demonstração de que poderia haver uma proposição governamental que lhe alterasse a direção e os resultados.

    O Estado do Tocantins registrou, com efeito, de 2005 a 2015 um crescimento no número de homicídios da ordem de 164,7% (é o 3º do país) contra uma média nacional de 22,7%. Os indicadores não param por aí. O número de homicídios entre 15 e 29 anos teve um crescimento no período de 176,1% (contra uma média nacional de 16,7%), dando ao Tocantins a terceira colocação.

    É uma verdadeira catástrofe que mata também tocantinenses negros. A taxa de homicídio/por 100 mil habitantes entre os negros teve um crescimento de 115,2% (contra uma média nacional de 18,2%). Já a taxa de não negros registrou um crescimento de 129,1% contra uma média nacional de -12,2%.

    A lista do retrocesso na área de segurança pública no Estado de 2005 a 2015 é extensa, com o Tocantins ocupando em praticamente todas as ponderações e estatísticas os primeiros lugares.

    Para estarrecer, vale frisar que apenas nos anos de 2014 e 2015 o número de jovens entre 15 e 29 anos assassinados aumentou 29,3% enquanto na média nacional houve uma redução de -3,3%.

    Além das dificuldades já mencionadas, foi publicada a resolução 213 do CNJ, a qual determina a apresentação de toda pessoa presa a autoridade judicial no prazo de 24 horas (audiências de custódia). Esta medida que vem obedecer pactos e convenções internacionais sobre direitos humanos, veio para o bem, e está sendo subvertida em muitos casos para dificultar a punição de criminosos. Pois, nestes casos, a palavra do bandido está valendo mais do que a do policial. Equívocos que precisam ser corrigidos com urgência.

    Não podemos deixar que o Estado do Tocantins se transforme num grande território sob o comando do crime organizado e da violência consentida que abrevia vidas e compromete o futuro de gerações e a sobrevivência do próprio Estado criado para abrigar o bem e não o mal.”

  • Kátia Abreu participa de abertura da 18ª Exposição Agropecuária de Divinópolis

    O objetivo da Exposição Agropecuária é movimentar a economia local e um momento de apresentar novas tecnologias para o campo aos produtores

    A presidente do Sistema FAET/SENAR, senadora Kátia Abreu prestigiou na noite desta quinta-feira, 25, a abertura oficial da 18ª Exposição Agropecuária de Divinópolis, realizada pelo presidente do Sindicato Rural do município, Januário Abreu. A senadora foi recepcionada pelo prefeito Padre Florisvane, o presidente do Sindicato Rural e demais líderes local.

    Kátia Abreu ressaltou que “as Exposições agropecuárias do Tocantins são festas populares que fazem parte da cultura do Estado, dos jovens, dos adultos e dos idosos; onde todos esperam ansiosamente todo ano a pecuária da sua cidade e, por isso tem o apoio; não é só festa, é venda de máquinas, bois e cavalos, tudo isso fomenta a economia local”.

    Durante a abertura, o prefeito falou em primeira mão que as obras de pavimentação asfáltica para o setor Sol Nascente serão iniciadas já na segunda-feira, dia 29, são mais de meio milhão de reais e, após 60 dias, mais meio milhão de reais para a pavimentação do Setor Fernandinho. Segundo o prefeito, também serão aplicados mais de 250 mil reais na pavimentação da estrada do Grotão, fruto de emendas parlamentares da senadora Kátia Abreu e do dep. Irajá Abreu, Florisvane ainda ressaltou que esses são alguns dos compromissos realizados pelos parlamentares em prol da comunidade de Divinópolis.

    O prefeito agradeceu o apoio da presidente do Sistema FAET/SENAR para a realização da feira que segundo ele, tem visto o evento como uma grande oportunidade do produtor e empresário investir em compras de máquinas e veículos próprios para o agronegócio e mostrar o forte da região que é a pecuária.

    O evento contou com a presença dos deputados estaduais, Luana Ribeiro; deputado Osires Damaso; o deputado Vilmar de Oliveira; dos presidentes de Sindicatos Rurais de Miranorte, Saddin Bucar; de Miracema, Juarão; de Paraíso do Tocantins, José Antônio Pires; Dois Irmãos, João Carlos Botelho; expositores e populares.

    A Exposição Agropecuária de Divinópolis é realizada pelo Sindicato Rural, com o apoio do Sistema FAET/SENAR e Prefeitura Municipal de Divinópolis.

    Assessoria de Comunicação FAET / SENAR do Tocantins
    Fotos: Divulgação

  • Kátia Abreu e Ataídes Oliveira pedem a Gilmar Mendes manutenção das zonas eleitorais do Tocantins

    Senadores argumentaram com presidente do TSE que extinção de zonas eleitorais no estado trarão prejuízo para a população

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) e o senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) se reuniram nesta quarta-feira (24) com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, para pedir a manutenção das 35 zonas eleitorais do Tocantins, a fim de preservar o acesso da população aos serviços da Justiça Eleitoral.

    Uma portaria do TSE (372, de 12 de maio de 2017) determinou a extinção de diversas zonas eleitorais localizadas no interior do país, com o objetivo de dar economia e eficiência aos gastos públicos. Os senadores, porém, entregaram ao ministro Gilmar Mendes um ofício no qual argumentam que o fechamento das unidades será prejudicial ao Tocantins, dada a baixa densidade demográfica e a grande extensão territorial do estado.

    Com a medida, alguns eleitores terão que viajar até 300 quilômetros para terem acesso aos serviços eleitorais, como emissão de título, troca de domicílio eleitoral e justificativa de ausência em votações. A densidade demográfica tocantinense é a sexta menor do país, com 5,49 habitantes por quilômetro quadrado.

    34828683676_e09a1dc55c_o“Sabemos que grande parte da população do Tocantins não tem condições financeiras de arcar com uma viagem desse porte para acessar sua zona eleitoral, por isso pedimos ao TSE uma alternativa”, explicou Kátia Abreu, que também tratou do assunto nesta terça-feira (23) com a presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins, desembargadora Ângela Prudente.

    Além de dificultar o acesso do cidadão aos serviços eleitorais, o fechamento de 19 zonas eleitorais no Tocantins – conforme prevê os parâmetros estabelecidos pela Portaria -, não vai gerar a economia esperada, visto que a Justiça Eleitoral conta com sedes próprias. De acordo com cálculos do Tribunal Regional Eleitoral, a extinção de uma zona eleitoral geraria economia de apenas 0,28% ao ano em relação ao orçamento total do tribunal. A redução de custo com o comprometimento das 19 Zonas Eleitorais seria de apenas 5,3%.

    “Essa redução de 5% do custo não justifica o impacto no bem-estar dos cidadãos e a consequente dificuldade de acesso aos serviços eleitorais”, argumentou a senadora Kátia Abreu. “É louvável e extremamente importante a medida do TSE no que se refere a economia e eficiência dos recursos públicos, mas, no específico caso do Tocantins, a medida não se justifica”, completou.

    O presidente do TSE afirmou que vai avaliar o pedido dos senadores e as peculiaridades do Tocantins.

    Fotos: Divulgação

Página 1 de 712345...Última »