• Kátia Abreu pede celeridade na liberação de medicamento para bebê tocantinense com doença rara

    Pequeno Francisco tem Atrofia Muscular Espinhal (AME) e luta na Justiça para receber tratamento.

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) se reuniu nesta quarta-feira (5) com o desembargador federal Daniel Paes Ribeiro para pedir celeridade ao processo do pequeno Francisco Martins Campeão Garrido, bebê tocantinense com um ano e cinco meses de idade portador de uma doença rara e degenerativa, a Atrofia Muscular Espinhal (AME).

    Os pais de Francisco correm contra o tempo e acionaram a Justiça para obter uma medicação importada capaz de garantir a sobrevivência da criança e melhorar seu quadro clínico. A doença afeta os neurônios motores e compromete os músculos, por isso o paciente perde todos os movimentos, inclusive os da respiração. A expectativa de vida de bebês com a atrofia é de dois anos.

    A droga Nusinersena/Spiranza, porém, é importada e ainda não foi liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além disso, é extremamente cara: cada dose custa aproximadamente R$ 480 mil, totalizando quase R$ 3 milhões o tratamento completo. Por isso, os pais de Francisco entraram com uma ação na Justiça Federal para solicitar o medicamento ao Ministério da Saúde, mas ainda aguardam a tramitação do processo.

    A história do pequeno Francisco foi levada por amigos à senadora Kátia Abreu, que se solidarizou e procurou o desembargador relator do processo, Daniel Paes Ribeiro. Em reunião nesta tarde, ela afirmou que a Justiça Federal de Goiás já deu decisão favorável ao pedido, mas acabou sendo levado à segunda instância.

    “A morosidade desse trâmite processual pode colocar a vida do bebê em risco”, argumentou a senadora, que lembrou ainda que, no Brasil, há 41 mil pessoas portadoras da AME. “Até que o laboratório detentor da patente da medicação não receba autorização da Anvisa, crianças e também adultos continuarão na fila para obter a autorização de importação do remédio”, disse.

    O desembargador afirmou que analisará o processo com atenção e procurará dar celeridade à ação.

    Foto: Divulgação

  • Kátia Abreu pede ao Ministério da Saúde retomada da obra do Hospital de Gurupi

    Senadora também solicitou conclusão do Centro Especializado em Reabilitação de Araguaína

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) se reuniu nesta terça-feira (7) com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, para solicitar retomada das obras do Hospital Geral de Gurupi, que, mesmo com recursos disponíveis, estão paralisadas desde o ano passado.

    “As obras estão paradas por atrasos e falta de gestão, não por falta de recursos”, explicou a senadora. A verba que está em caixa, cerca de R$ 32 milhões, é proveniente de emendas da senadora Kátia Abreu, que já destinou ao hospital R$ 41 milhões. Deste total, o governo repassou apenas R$ 3,5 milhões em 2014 à construtora e outros R$ 6 milhões em 2015, não constando pagamentos em 2016.

    A Construtora Centro Norte Ltda (Coceno) parou as obras porque reivindica um termo aditivo ao projeto, a fim de receber a correção contratual de preços. A construção do Hospital Geral de Gurupi teve início em abril de 2014 e, caso o cronograma tivesse sido cumprido, o empreendimento seria entregue neste mês, março de 2017.

    O hospital terá capacidade para atender cerca de 240 mil pessoas de 27 municípios do Sul do Estado. Terá 200 leitos de internação, 40 leitos de UTI, centro cirúrgico com sete salas, pronto socorro ampliado, e ambulatório com “hospital dia” para realização de pequenos procedimentos que necessitam de curtos períodos de internação.

    Centro Especializado em Reabilitação de Araguaína
    Kátia Abreu também solicitou ao ministro da Saúde pagamento da última parcela do Centro Especializado em Reabilitação (CER), de Araguaína, no valor de R$ 500 mil.

    Dos R$ 5,2 milhões em emendas destinadas pela senadora ao centro, falta apenas a última etapa de R$ 500 mil para terminar a obra, que se encontra 70% concluída.

    A senadora ainda pediu Ministério da Saúde R$ 2 milhões extras para compra de equipamentos do CER, que terá capacidade para atender a 1.200 pacientes.

    Foto: Erasmo Salomão / MS

  • Obras do Hospital Geral de Gurupi estão paralisadas mesmo com R$ 32 milhões em caixa

    Senadora Kátia Abreu já alocou R$ 41 milhões em emendas parlamentares para o empreendimento

    A senadora Kátia Abreu cobrou nesta segunda-feira (13) do governo do Tocantins a continuidade das obras do Hospital Geral de Gurupi (HGG). A parlamentar, integrante da Comissão Externa do Senado criada para verificar a situação da saúde pública no estado, tem recebido apelos da população do município e do sul tocantinense devido à precariedade do atendimento na rede de saúde pública.

    A paralisação das obras do HGG se dá mesmo com a existência de recursos em caixa, da ordem de R$ 32 milhões. As verbas são provenientes de emendas da senadora, que já alocou (recursos liberados) para o hospital um total de R$ 41 milhões, sendo R$ 25 milhões creditados em maio e mais R$ 16 milhões em novembro de 2014. Deste total, o governo utilizou (pagamento à construtora responsável pela obra) apenas R$ 3.497.223,85 em 2014 e outros R$ 6.081.309,53 em 2015, não constando pagamentos em 2016.

    “As obras estão paradas e não é por falta de dinheiro”, disse Kátia Abreu. O Hospital Geral de Gurupi terá capacidade para atender todos os municípios do Sul do Estado (microrregiões Sul e Rio Formoso), totalizando 240 mil habitantes em 27 municípios. Ainda terá 200 leitos de internação, 40 leitos de UTI – sendo 10 pediátricos – centro cirúrgico com sete salas, pronto socorro ampliado e ambulatório com “hospital dia” para realização de pequenos procedimentos que necessitam de curtos períodos de internação.

    O contrato para a construção da primeira etapa do Hospital Geral de Gurupi foi assinado no dia 12 de setembro de 2013 entre o Governo do Estado e a Construtora Centro Norte Ltda (Coceno). O prédio está sendo construído em três etapas em uma área de 97.803,47m² próximo ao Campus I do Centro Universitário Unirg.

    Foto: Divulgação

  • Kátia Abreu destina R$ 3,2 milhões para Clínica da Mulher e R$ 913 mil para Casa do Parto Normal em Palmas

    Senadora pediu maior interlocução entre o sistema público de saúde da capital e  Hospital Maternidade Dona Regina
    A senadora Kátia Abreu intercedeu na última segunda-feira (6) junto ao secretário de Saúde de Palmas, Nésio Fernandes, por uma melhor interlocução entre o sistema público de saúde da Capital e o Hospital e Maternidade Dona Regina. Hoje, cerca de 50% dos atendimentos realizados pelo Hospital Maternidade poderiam ser feitos no Postos de Saúde e nas UPAs. De abril a setembro de 2016, das 1.074 pacientes que deram entrada no HMDR, 534 eram da Capital. Destes, 489 pacientes
    tiveram origem nas USF e UPAs.

    A Casa de Parto da Capital, a ser administrada pela Prefeitura de Palmas, com emenda parlamentar de R$ 913 mil da senadora Kátia Abreu, funcionará a menos de 10 minutos (tempo de deslocamento) do Hospital e Maternidade Dona Regina por determinação do Ministério da Saúde, segundo o secretário de Saúde de Palmas, Nésio Fernandes.

    A senadora Kátia Abreu destinou ainda R$ 3,2 milhões para a construção e aquisição de equipamentos da Clínica da Mulher na Capital, que também dará um suporte importante, principalmente no pré-natal. Será uma clínica de especialidades dedicada às mulheres, possibilitando atendimento de qualidade na rede pública municipal de saúde, com a realização de exames, consultas e procedimentos médicos.

    COMISSÃO
    A senadora Kátia Abreu tem conhecido a situação da saúde no Estado, começando por Palmas, como integrante da Comissão Externa, criada pelo Senado em dezembro de 2016 para investigar o caos na saúde pública do Estado. Nos últimos anos, a senadora Kátia Abreu destinou cerca de R$ 80 milhões de suas emendas (recursos empenhados e pagos)
    para o setor de saúde pública no Estado. Dentre eles, para o Hospital Regional de Gurupi (R$ 41 milhões já pagos), Crer (Araguaína), tomógrafos e mamógrafos (Gurupi e Araguaína), Clinica da Mulher e Casa de Parto (Palmas) e UPAs e 114 gabinetes odontológicos para municípios do Estado.

    SAÚDE: R$ 8,8 MILHÕES DESTINADOS PARA PALMAS

    Sempre atenta à saúde, Kátia Abreu já enviou um total de R$ 8,8, milhões para serem aplicados no Sistema Único de Saúde (SUS) de Palmas.

    R$ 3,2 milhões para construção e a aquisição de equipamentos para a Clínica da Mulher e Doenças Tropicais;
    R$ 913 mil para construção da Casa de Parto Normal;
    R$ 700 mil para equipamento para Laboratório da Semus;
    R$ 800 mil para construção do Centro de Atenção Psicossocial Infanto Juvenil;
    R$ 800 mil para construção do Centro de Atenção Psicossocial para Deficiência Mental;
    R$ 500 mil para equipamentos para Policlínica da Região Norte;
    R$ 540 mil para Ambulâncias;
    R$ 600 mil para equipamentos hospitalares para o SAMU;
    R$ 400 mil para compra de equipamentos para os CAPs;
    R$ 400 mil para equipamentos para Unidade de Pronto Atendimento (UPA Sul).

    Foto: Divulgação

  • Kátia Abreu visita obras e reúne lideranças em cinco municípios do Tocantins

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) participou no último sábado (11) da inauguração do Parque de Exposições Agropecuárias de Palmeirópolis e da abertura da feira daquele município. Saudada por cerca de 5 mil pessoas, ela destacou a importância daquele parque, construído com recursos viabilizados pela parlamentar. Além de Palmeirópolis, ela esteve em cinco cidades do Sudeste e Sul do Tocantins nesse final de semana: Natividade, Paranã, São Salvador e Jaú do Tocantins.

    Kátia Abreu foi recepcionada na cidade pelo prefeito Fábio Pereira Vaz (PSD), pré- candidato à reeleição, com quem visitou obras de asfaltamento de avenidas, reforma e equipamentos hospitalares, também com verba conseguida pela senadora.

    A movimentação política da senadora Kátia Abreu no final de semana a cinco municípios do Sudeste e Sul do Estado (que receberam cerca de R$ 4,7 milhões em recursos da senadora Kátia Abreu e do deputado Irajá Abreu nos últimos anos) iniciou-se na sexta-feira, 10, em Natividade, quando a parlamentar manteve reunião com o prefeito da cidade, Albany Siqueira, ex-prefeito Joaquim do Posto e lideranças políticas locais. Já no sábado, a senadora Kátia Abreu participou de reunião com mais de 300 pessoas em Paranã, no pré-lançamento da candidata a prefeita do PSD no município, a ex-prefeita Edymê Costa. Do encontro participaram também candidatos a vereador.

    Ainda no sábado, a senadora se deslocou a São Salvador, onde cerca de 500 lideranças a esperavam para o lançamento da pré-candidatura à reeleição do prefeito Charles Evilácio (PSD). Já no domingo, Kátia Abreu esteve na cidade da Jaú do Tocantins, onde participou da inauguração do CRAS e da entrega de tratores. Também visitou obras das Unidades Básicas de Saúde, construídas com recursos de emendas da parlamentar e participou do pré-lançamento da candidatura à reeleição do prefeito Onassys Moreira da da Costa (PSD) . Em seguida, recebeu lideranças do Sul do Estado em almoço na residência da ex-prefeita Eurides Rodrigues Araújo, quando tiveram oportunidade de apresentar as demandas de suas regiões.

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    Kátia Abreu esteve nas obras das Unidades Básicas de Saúde, em Jaú do Tocantins

     

    Senadora visita aparque exposições de Palmeirópolis

    Senadora visita o Parque Exposições Agropecuárias de Palmeirópolis

    Fotos: Divulgação

  • Soja brasileira será usada no combate ao HIV

    A relação entre a produção agrícola e a saúde não é restrita à comida na mesa de cada um, pois o avanço tecnológico na agricultura possibilita que a ciência encontre em seus produtos muitas respostas para problemas que assolam a população, principalmente no campo das doenças. A agricultura e a saúde são setores que devem sempre caminhar juntos.

    Uma das mais recentes descobertas na área da saúde vem da soja.  Pesquisa realizada através da  parceria entre a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia – com sede no Distrito Federal, o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos e a Universidade de Londres comprovou que sementes de soja geneticamente modificadas constituem a biofábrica mais eficiente e economicamente viável para produção em larga escala da cianovirina – uma proteína presente em algas, que é capaz de impedir a multiplicação do vírus HIV no corpo humano. Com essa descoberta será possível desenvolver um gel que é capaz de eliminar o vírus da AIDS e que deverá ser utilizado principalmente pelas mulheres.

    O artigo foi publicado na edição de 13/02/2015 da revista norte-americana Science (número 6223, Vol. 347, página 733, seção Editor’s Choice). Nele, Elíbio Rech, coordenador dos estudos na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia e um dos autores, explica que a utilização de plantas, animais e microrganismos geneticamente modificados para produção de medicamentos faz parte de uma plataforma tecnológica com a qual vem trabalhando desde a década de 1990. “As biofábricas ou fábricas biológicas são capazes de expressar moléculas de alto valor agregado com custos baixos e, por isso, são opções viáveis para produção de medicamentos e fibras de interesse da indústria, entre outros”, afirma o pesquisador. Além disso, as pesquisas e descobertas valorizam ainda mais o agronegócio brasileiro, já que permitem a agregação de valor a produtos agropecuários, como plantas, animais e microrganismos.  Por isso, ele acredita que o cenário no Brasil daqui a dez anos será totalmente influenciado pela biogenética.

    A cianovirina não apresenta os problemas de resistência às drogas, enfrentados pelas atuais terapias no combate à AIDS, e é um avanço importantíssimo para a sua prevenção. Estima-se que 50% das pessoas contaminadas pela doença no mundo são mulheres. Um estudo publicado em 2014 no Brasil mostrou que a maior parte dos novos casos de infecção por HIV no país acometem os heterossexuais, principalmente as mulheres, que respondem por 67,5% dos casos registrados até dois anos antes.

    Outro ponto de destaque é que países em desenvolvimento com altos índices de infecção pelo HIV terão licença de produção e uso interno, sem pagamento de royalties. Estima-se que apenas na África existem cerca de 24,7 milhões de infectados e mais de 1 milhão de mortos em decorrência da AIDS nos últimos dois anos. O que transforma essa  tecnologia de produção de medicamentos mais baratos em larga escala não apenas inovadora, mas de forte componente humanitário.

  • Kátia Abreu: Ampliação da ingestão de frutas e verduras reduziria gastos com saúde


    O consumo de frutas e hortaliças é um hábito saudável e que previne doenças, mas não está presente na mesa dos brasileiros, que admitem estar insatisfeitos com a qualidade da sua alimentação. Na avaliação da senadora Kátia Abreu, presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), criar ações de marketing para ampliar o consumo de alimentos saudáveis e programas de reeducação alimentar que incentivem o consumo de frutas entre as crianças são algumas iniciativas para melhorar os hábitos alimentares da população e, assim, reduzir os gastos públicos com saúde.

    Pesquisa mostra que brasileiro gasta apenas 6,2% de sua renda com frutas, legumes e verduras.

    A CNA divulgou hoje, em Brasília, resultado de pesquisa encomendada pela entidade para avaliar o consumo de frutas, legumes e verduras no País. A pesquisa, que ouviu 1.420 pessoas responsáveis pela alimentação de suas famílias, apontou a necessidade de alteração dos padrões alimentares dos brasileiros. De acordo com o estudo, 16% dos entrevistados têm problemas de obesidade e 34% apresentam sobrepeso.

    Segundo especialistas, esse quadro poderia ser revertido com o aumento do consumo de frutas, legumes e hortaliças. Os dados da pesquisa mostram que o consumo de frutas é muito reduzido, confirmando os dados do Ministério da Saúde que apontam que apenas 18,2% da população brasileira ingerem a quantidade de frutas recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de 400 gramas diárias, o equivalente a quatro bananas ou três maçãs por dia.

    Após divulgação dos resultados, a senadora Kátia Abreu ressaltou o potencial do mercado externo e citou como exemplo a China. “Se cada chinês consumisse uma banana a mais e acrescentasse uma maçã à sua alimentação diária, passariam a consumir 53 milhões de toneladas de banana e 46 milhões de toneladas de maçã”, disse a senadora. Esses volumes estão muito acima da atual produção brasileira: 7 milhões de toneladas de bananas e 1,3 milhão de toneladas de maçãs.

    Kátia Abreu declarou que os produtores brasileiros têm condições de produzir mais, desde que a fruticultura possa contar com políticas específicas para o setor. “O Brasil é o terceiro maior produtor do mundo e tem uma produção irrisória diante da extensão territorial e do potencial do País”, afirmou.

    Com informações Agência CNA