• Funrural: “compreendo a revolta dos produtores contra a CNA”, diz Kátia Abreu

    Confederação apoiou decisão do STF que autoriza cobrança do Funrural, o que prejudicará principalmente os pequenos produtores

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) subiu à tribuna do Senado para se solidarizar com os produtores rurais que protestam contra a cobrança do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural). A parlamentar esclareceu que não concorda com a decisão da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) de apoiar a volta da contribuição, a qual classificou como “perversa” para o setor agropecuário.

    “Eu não compactuei com essa traição, com essa imoralidade que foi praticada por aquela Casa, pelo Presidente João Martins. Isso, sim, é uma traição aos produtores rurais”, disse a senadora na noite desta quarta-feira (4). “Hoje a CNA, no Brasil inteiro, está pagando o pato pela sua má conduta, sem consultar a diretoria da Casa, sem consultar as federações de agricultura”, completou.

    Kátia Abreu apresentou o Projeto de Resolução 13/2017 para suspender a Lei do Funrural, julgada constitucional pela Supremo Tribunal Federal (STF). A matéria será analisada já na próxima quarta-feira (10) pela Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) do Senado, com parecer favorável do relator Jader Barbalho (PMDB-PA).

    A senadora destacou que a manutenção da cobrança do Funrural afetará o setor de maneira insuportável, atingindo principalmente os pequenos e médios produtores rurais do Brasil.

    “Faturar não significa lucrar. Eu posso vender, eu posso faturar e ter um enorme prejuízo, mesmo que eu esteja faturando alguns milhões de reais. Então, não é justo que eu seja tributada no faturamento, mesmo porque a grande maioria dos produtores rurais do País – 86% dos produtores do País – é composta de pequenos produtores”, explicou.

    Assista ao pronunciamento da senadora Kátia Abreu sobre o Funrural:

    Foto: Moreira Mariz/Agência Senado

  • Kátia Abreu recebe Aprosoja do TO e manifesta  repúdio à cobrança do Funrural

    Senadora apresentou projeto para suspender decisão do STF que considerou cobrança do produtor rural constitucional

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) recebeu nesta quarta-feira (3) representantes da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Tocantins (Aprosoja-TO), que foram ao Congresso Nacional para pressionar os parlamentares contra a cobrança do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural).

    A parlamentar, que apoia o pleito e já se manifestou contrariamente à contribuição, apresentou Projeto de Resolução para suspender a Lei do Funrural, julgada constitucional pela Supremo Tribunal Federal (STF). A matéria será analisada já na próxima quarta-feira (10) pela Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) do Senado, com parecer favorável do relator Jader Barbalho (PMDB-PA).

    “O STF ressuscitou uma contribuição que, no passado, já havia declarado inválida. Essa cobrança é perversa e gera grave insegurança jurídica no setor rural”, afirmou Kátia Abreu aos produtores tocantinenses. “Precisamos lembrar que os agricultores têm faturamento bruto, mas não necessariamente tem receita líquida, ou seja, pode ter prejuízo”, completou.

    Durante audiência no Senado nesta manhã, os representantes da Aprosoja manifestaram revolta ao apoio da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) à decisão do STF. “Dou total razão aos produtores. A atitude da CNA é inadmissível, isolada e injustificável”, disse Kátia Abreu.

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    Na reunião com Kátia Abreu, os representantes da Aprosoja também trataram do descompasso entre a pauta de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) praticada pelo governo estadual e o preço de mercado.

    “A pauta do ICMS do gado bovino é R$ 1.100 enquanto, no mercado, um bezerro é comercializado a R$ 900. Isso é um ataque ao bolso do produtor tocantinense. A pauta não pode ser maior que o preço de mercado”, afirmou a senadora.

  • Agentes de trânsito pedem apoio a Kátia Abreu para porte de arma de fogo em serviço

    Parlamentar afirmou ser favorável ao pleito, uma vez que a categoria vive situação de risco durante fiscalização de vias

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) recebeu nesta terça-feira (25) agentes de trânsito do Tocantins, que pediram à parlamentar apoio ao projeto de lei que permite o porte de arma de fogo — em serviço — por agentes de trânsito da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios que não sejam policiais.

    A permissão consta do Projeto de Lei da Câmara 152/2015, que está em tramitação no Senado Federal. Kátia Abreu afirmou ser favorável ao pleito dos agentes, que, assim como os policiais, também vivem situação de risco e vulnerabilidade em vias públicas.

    Além de autorizar o porte de arma – que não será obrigatório, mas facultativo – o projeto determina algumas exigências. Uma delas é a comprovação de capacidade técnica e aptidão psicológica para o uso da arma. Além disso, estabelece formação prévia dos agentes em centros de treinamento policial.

    Durante a reunião, os representantes da Associação dos Agentes de Trânsito do Brasil (AGTBrasil) argumentaram que não raramente, ao realizarem abordagens, são surpreendidos por crimes em flagrante delito, como porte de entorpecentes e armas de arma.

    Os agentes de trânsito também pediram apoio à regulamentação da carreira, a fim de definir suas competências e instituir normais gerais.

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    Fotos: Divulgação

  • Kátia Abreu, em contundente discurso na tribuna do Senado, nega ter recebido doação da Odebrecht

    “Depois de algumas tratativas e encontros, os representantes da Odebrecht, não doaram absolutamente nada à Senadora Kátia Abreu; apresentaram uma lista de possíveis doadores, também de construtoras, que eu deveria procurar para pedir ajuda a essas empresas”, rebateu a parlamentar

    A senadora Kátia Abreu anunciou na tribuna do Senado nesta quarta, 19, que formalizou ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, dois pedidos: que ela e o seu esposo, Moisés Gomes, sejam ouvidos dentro da maior brevidade possível e, com base no Direito, que no Brasil ainda é assegurado aos inocentes, que o inquérito tenha uma rápida tramitação e uma urgente solução. A decisão, conforme a parlamentar, se deu em defesa de sua honra e de seu esposo, “um homem honesto, honrado e trabalhador”, e de seus eleitores e admiradores, de sua família, que não podem esperar a vontade e o tempo do seu acusador.

    Num contundente discurso na tribuna do Senado nesta quarta, 19, a senadora Kátia Abreu fez uso dos próprios depoimentos dos executivos da Odebrecht para negar que teria recebido recursos da empresa nas eleições de 2014. “Doação que nunca existiu e que nunca recebi”, discursou a senadora Kátia Abreu. No seu pronunciamento, a Senadora disse que não há qualquer dúvida de que, além de não receber qualquer importância da empresa Odebrecht,” jamais contribuí com a ascensão ou com a escalada criminosa desta empresa ou de qualquer outra”.

    Segundo a senadora Kátia Abreu, é verdade que ela, seu esposo e assessoria apresentaram para várias empresas, especialmente do agronegócio brasileiro, na condição de potenciais doadores, os projetos de campanha, do mandato que exercia e do futuro mandato. “Uma prestação de contas de tudo o que fiz nos últimos oito anos em prol do Brasil, da economia, do crescimento, do emprego e da geração de renda”.

    Segundo a Senadora, não foi diferente com a Odebrecht: “Ligamos, conversamos, apresentamos projetos e objetivos públicos da campanha e do mandato, como disseram os delatores, a troco de absolutamente nada. Depois de algumas tratativas e encontros, os representantes da Odebrecht, não doaram absolutamente nada à Senadora Kátia Abreu; apresentaram uma lista de possíveis doadores, também de construtoras, que eu deveria procurar para pedir ajuda a essas empresas”, ressaltou Kátia Abreu.

    A Senadora disse não entender o”jogralzinho” dos funcionários da Odebrecht:”Eles não dizem, em nenhum momento, quem entregou o dinheiro, onde foi que entregou o dinheiro e para quem entregou o dinheiro. E o que mais me deixou curiosa: os procuradores e a procuradora, como é o caso, que interpretou e investigou os meus, nenhum deles perguntou. Porque, se fosse eu, que sou leiga, seria a primeira pergunta que eu iria fazer: “A Senadora ou o marido dela buscou o dinheiro onde, meu senhor? Quem é que buscou o dinheiro? Quem é que entregou o dinheiro? Qual é o endereço da entrega do dinheiro?” Mas eles não disseram e não foram inquiridos sobre isso. E eu desejo uma satisfação sobre isso.”, discursou a parlamentar.

    “Quero que eles digam e complementem as suas delações; eu quero o endereço; eu quero o nome; eu quero a filmagem; eu quero uma prova de que a Senadora Kátia Abreu, ou o seu esposo, saiu de algum lugar com sacola de dinheiro na mão. Isso não se faz com as pessoas, e eu não admitirei que façam comigo e com o meu marido. Sr. Presidente, lá atrás, o Cláudio Melo ainda referendou tudo isso. A Procuradora perguntou: “Quem foi lá em nome dela?”, “Não sei. Não sei.”

    A Senadora contiunuou citando o depoimento do delator Cláudio Melo que disse no termo de delação n° 33, do vídeo 33: “Não tenho relacionamento com a Srª Kátia Abreu.” “Não tenho contato.” “Não a conheço.” “Não conheço a Senadora.” “Na época não conhecia mesmo.” São seis respostas a seis perguntas dos procuradores que estavam inquirindo Cláudio Melo, disse Kátia.

    Ela cita também o depoimento do delator José Carvalho, no termo nº 8, vídeo 8: “Só vi a Senadora uma única vez, num restaurante em São Paulo. Passando pela minha mesa, o seu esposo a apresentou a mim, porque eu fui fazer uma palestra e participar de uma discussão sobre eclusas lá na CNA, em certa ocasião, mas ela não estava presente. Conheci a Senadora rapidamente neste restaurante. Jamais defendeu interesses da empresa.”

    Já o diretor Fernando Reis disse em sua delação completa informa que a senadora Kátia Abreu e o ex-governador Siqueira Campos os ajudaram porque “era um absurdo perder aqueles investimentos todos por interesses pessoais”, fazendo referência aos problemas com a prefeitura de Palmas. “O prefeito criou uma comissão para, em 90 dias, avaliar a caducidade da concessão da Odebrecht no Tocantins, que é a concessão de água, com mais 90 para decidir”, diz o diretor Fernando Reis na delação.

    O diretor informa na delação que com a prefeitura de Palmas “na verdade, era uma mesa de negociação. Gerou problemas. O capital da empresa é aberto, tem debêntures. Esse tipo de notícia afugentou investidores, e eu tive que demitir mil funcionários no Tocantins, por conta do atraso da assinatura da concessão”. Foi isso que o delator disse, discursou Kátia Abreu. “Mas, depois, fizeram um acordo. Não me interessam os padrões e os níveis deste acordo,” falou a parlamentar.

    “Ainda não descobri o que os levaram a praticar tamanha atrocidade. A vontade desinteressada de apedrejar, diminuir e destruir pessoas? Simplesmente acusar de forma leviana e inconsequente? De ser beneficiado com a liberdade e a impunidade às custas da honra de terceiros? Para livrar a sua pele às custas de pessoas sérias e idôneas que trabalham pelo Brasil? Ou querem apenas aumentar as estatísticas e colocar todo mundo no mesmo fubá, no mesmo angu, na mesma panela?”, indagou a Senadora.

    Dirigindo-se à população do Tocantins, a Senadora disse que “mesmo aqueles que não puderam votar, nunca tiveram dúvida da minha personalidade e do meu caráter: honestidade não deve ser uma bandeira, e sim uma escolha de vida. E eu fiz essa escolha de vida. Eu e meus filhos. São 23 anos de vida pública.”

    “Faço críticas veementes contra a incompetência, a falta de gestão, as crianças, mulheres e homens morrendo nos hospitais do Tocantins, e o Governo do Estado criando novas secretarias para fazer política. Isso, sim, continuarei, dura e firme na queda, fazendo em todos os momentos. Nada e nem ninguém me intimidará.”, disse a parlamentar para completar: “Nunca usei dinheiro público para comprar bois e fazendas. Nunca aluguei empresa de máquinas para o Governo do Estado. Nunca quebrei o Igeprev, que é o instituto de previdência do Tocantins. Nunca comprei renúncia de vice-governador. Nunca cobrei propina de emenda parlamentar. Nunca chantageei empresa de concessão do meu Estado.”

    A Senadora finalizou dizendo que continuará com destemor, altivez e coragem. “E é assim que continuei trabalhando pelo Brasil e pelo Tocantins. Nada nem ninguém, apenas Deus pode barrar os nossos planos até 2018. Aviso aos adversários, que estão hoje tão contentes, porque sonham com o meu fim, com a minha desistência ou com o meu abalo, digo que é só o começo, pois essa truculência que fizeram comigo e com alguns outros colegas que estão aqui, que estão fazendo hoje, vai me tornar mais forte, mais obstinada.”

    Assista à íntegra do pronunciamento da senadora:

    Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

  • Em artigo, Reinaldo Azevedo diz que caso de Kátia Abreu não existe corrupção

    Leia o artigo do colunista Reinaldo Azevedo, publicado no site Veja.com nesta segunda-feira (17)

    Sem troca de favores, não existe corrupção: o caso de Kátia Abreu

    Marido de Kátia, diz ex-diretor da Odebrecht, não queria doação por caixa 2, mas empresa se negava a fazer de outro modo

    Por Reinaldo Azevedo

    17 abr 2017, 03h26

    Não vivemos dias normais. O país é hoje refém do sectarismo justiceiro. E, no fim das contas, quem decide quem vive ou morre na política são os empreiteiros.

    Aqui e ali, leio e ouço gente reclamando do poder que tinham Emílio e Marcelo Odebrecht… Tinham? Quem é mais poderoso hoje no Brasil do que a dupla? Os respectivos polegares de pai e filho dizem que vive e quem morre na política, como os imperadores romanos.

    Bem, foi o próprio Marcelo quem disse, na prática, que há políticos honestos que recebem pelo caixa dois e desonestos que recebem pelo um

    Não! Os dias não são muito normais do ponto de vista institucional. Fossem, a senadora Kátia Abreu (PDMB-TO), por exemplo, não estaria na “Segunda Lista de Janot” nem na de Edson Fachin.

    Por quê? É acusada de falsidade ideológica na modalidade eleitoral. Ou por outra: ter recebido caixa dois de campanha. É matéria atinente à Justiça… Eleitoral!

    E o que há de mais curioso no caso de Kátia? O delator que disse ter repassado R$ 500 mil à sua campanha pelo caixa dois vai muito além de negar que a senadora tenha oferecido contrapartida. Ele expressa claramente seu desagrado. Diz que ela nada fez em favor da empresa.

    O delator Mário Amaro da Silveira, ex-diretor da Odebrecht Ambiental, reclama com todas as letras: “A senadora foi eleita, mas não fez nada por nós no Tocantins também, não”.

    Só isso? Não! O MPF acusa Moisés Pinto Gomes, marido de Kátia, de ter feito o contato com a empreiteira. E é o próprio Silveira quem diz que Gomes não queria a doação pelo caixa dois, resistiu. Insistiu que fosse tudo registrado, mas e empresa deixou claro que o dinheiro só sairia por fora. Segundo o delator, assim se fez.

    A forma como o MPF e Rodrigo Janot sequestraram a história lhes confere o poder de mandar toda a elite política para a forca, sem distinguir a natureza dos ilícitos praticados.

    Já disse qual é a minha divisa. Que cada político arque, na forma da lei, por aquilo que fez, não por aquilo que o MPF gostaria que tivesse feito.

    O MPF não tem o direito de impor um agenda ao país, ainda que sob a pena de empurrá-lo para uma crise de proporções inéditas.

    ATENÇÃO! EU ESTOU COBRANDO QUE A LEI SEJA APLICADA!

  • Santa Casa de Porto Alegre inicia cirurgias em crianças do Tocantins por intervenção de Kátia Abreu

    Pelos menos doze cirurgias já estão garantidas e agendadas, diminuindo a fila de espera de cirurgias eletivas nos hospitais públicos do Estado que alcançava a mil crianças sem tratamento

    A senadora Kátia Abreu anunciou na tarde desta terça-feira (11) o início do atendimento de crianças que estavam na fila de espera de cirurgias nos hospitais públicos do Estado que alcançava no final de março a mil crianças aguardando cirurgias eletivas. As cirurgias, conseguidas pela parlamentar, estão sendo realizadas na Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

    Nesta terça, os atendimentos registravam que duas crianças já foram operadas, duas outras estariam sendo transferidas a qualquer momento para a Santa Casa, em estado grave, com prioridade zero e outras oito crianças já tinham cirurgias agendadas. Sendo que três para os dias 12, 13 e 24 de abril. E mais cinco crianças com cirurgias agendadas, na mesma Santa Casa de Misericórdia, para os dias 8 e 29 de maio e 12, 19 e 16 de junho deste ano. “Estamos fazendo a nossa parte, ajudando as nossas famílias”, disse a parlamentar.

    Complexo
    O complexo da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre (RS) atende 60% de seus pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e 40% por convênios. O complexo possui sete unidades assistenciais, 1023 leitos, 280 consultórios, 53 salas cirúrgicas e dez unidades de terapia intensiva com 147 leitos.

    O atendimento aos pacientes é feito por 2.226 médicos e 6.375 funcionários. Faz anualmente 814.241 consultas e 48.527 internações. 56.693 procedimentos cirúrgicos e obstétricos, 5.456.740 diagnósticos e tratamento, com 6.376.201 procedimentos realizados ao ano.

     

  • Kátia Abreu defende renegociação das dívidas de pequenas e médias agroindústrias

    Senadora citou ainda a dificuldade dos produtores em tomarem crédito dos fundos constitucionais

    Na Comissão de Assuntos Econômicos, nesta terça-feira (11), a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) sugeriu que pequenas e médias agroindústrias também tenham direito a renegociar suas dívidas, a exemplo dos fundos constitucionais.

    “Posteriormente poderíamos incluir no projeto as agroindústrias, que não estão recebendo e atualmente tem endividamento acumulado”, afirmou Kátia Abreu em referência à medida provisória de 2016 que autorizou a renegociação de operações de crédito rural contratadas com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO).

    A senadora também destacou que os dois fundos constitucionais têm orçamento de R$ 7 bilhões, dos quais R$ 3 bilhões estão parados. “Grande parte destes recursos estão entesourados porque os produtores não conseguem tomar. O Banco Central, segundo o presidente Ilan Goldfajn, está empenhado, mas está com extrema dificuldade”, explicou Kátia Abreu.

    Assista à participação da senadora durante sessão da CAE:

     

  • Kátia Abreu promove seminário sobre Programa de Aquisição de Alimentos, que pode destinar R$ 24 mi ao TO

    Treinamento será realizado na próxima segunda-feira (10), no auditório da FAET em Palmas, com participação do secretário Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social, Caio Rocha

    Com a finalidade de colaborar no treinamento de gestores e prefeitos para um melhor aproveitamento do Programa de Aquisição de Alimentos – Compra Direta, a senadora Kátia Abreu, em parceria com Sebrae Tocantins e Federação da Agricultura e Pecuária do Estado, realiza, na próxima segunda-feira, dia 10 de abril, em Palmas, o Seminário Programa de Aquisição de Alimentos – Compra Direta. O programa teve elevado de R$ 12 milhões para R$ 24 milhões o volume de recursos destinados ao Estado em 2017. “É dinheiro que vai circular nos municípios, que não pode voltar para o governo federal, e que vai atender os pequenos produtores”, disse a parlamentar.

    O evento será realizado no auditório da Federação da Agricultura do Tocantins a partir das 9 horas e terá como palestrantes, além da parlamentar, o secretário Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, do governo federal, Caio Rocha e a coordenadora geral do Programa de Compras Institucionais do Ministério do Desenvolvimento Social. Serão palestrantes, também, o superintendente do Sebrae Tocantins, Omar Henneman e a própria senadora Kátia Abreu que discorrerá sobre “O potencial dos órgãos estaduais e federais na Compra Direta” .

    A senadora Kátia Abreu destacou a importância do Seminário salientando que dos 139 prefeitos eleitos, a maioria (105 prefeitos) vai exercer o primeiro mandato. “Os gestores nos seus municípios vão participar do seminário que dará treinamento aos administradores, facilitando o acesso aos recursos”, ressaltou a Senadora. O treinamento também será destinado a pequenos produtores. “Temos a obrigação de colaborar com o treinamento dos coordenadores nos municípios já que o programa não atinge somente os pequenos produtores mas também o comércio local”, destacou Kátia Abreu.

    Seminário Programa de Aquisição de Alimentos – Compra Direta

    Dia: 10/04/17
    Local: Auditório da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (FAET)
    Programação:
    09h00 – Abertura
    09h10 – Apresentação do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA), Caio Rocha (Secretário Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional)
    09h40 – Estratégia de Compras Públicas da Agricultura Familiar – Compras Institucionais, Hetel dos Santos (Coordenadora Geral do Programa de Compras Institucionais do MDSA)
    10h15 – O SEBRAE contribuindo para a melhoria efetiva do Compra Direta, Omar Hennemam (Superintendente do SEBRAE/TO)
    10h45 – A importância do Serviço de Inspeção Municipal –SIM, Fernando Fagundes Fernandes (Auditor Fiscal Agropecuário da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)
    10h15 – O potencial dos órgãos estaduais e federais na Compra Direta, Senadora Kátia Abreu
    Lançamento do Ranking de Desempenho dos Municípios na Compra Direta da Agricultura Familiar
    11h45 – Perguntas/tira dúvidas
    12h15 – Encerramento

    Realização: Senadora Kátia Abreu

  • A pedido de Kátia Abreu, Santa Casa de Porto Alegre vai operar 12 crianças do Tocantins

    Mais de mil crianças aguardam cirurgia no Tocantins, retrato da situação calamitosa da saúde pública estadual

    A pedido da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), a Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre anunciou nesta quarta-feira (5) que fará cirurgia em 12 crianças do Tocantins que têm cardiopatia congênita e esperam na fila dos hospitais públicos do estado. A parlamentar solicitou ajuda ao hospital filantrópico gaúcho devido à situação caótica em que se encontra a saúde pública tocantinense.

    A ajuda da Santa Casa de Porto Alegre foi oferecida após Kátia Abreu fazer um apelo ao hospital, considerado uma das melhores unidades filantrópicas do país. De acordo com levantamento da Defensoria Pública do Tocantins, há mais de mil crianças na fila de espera por cirurgia no Tocantins. As doze que serão operadas imediatamente foram identificadas pelo defensor público Arthur Luiz de Pádua Marques juntamente com os Ministérios Públicos Federal e Estadual.

    A senadora recebeu nesta tarde o diretor-geral da Santa Casa de Porto Alegre, Julio Flávio Dornelles de Matos, e o presidente da Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, Edson Rogatti. Eles informaram que as quatro primeiras crianças já deverão ser operadas na próxima semana pelo cirurgião cardiovascular Fernando Lucchese, um dos maiores especialistas do país.

    “Essas doze crianças que serão operadas imediatamente são as que apresentam os quadros clínicos mais graves, mas continuarei buscando outras instituições para atenderem às demais crianças que lamentavelmente aguardam na fila do SUS do Tocantins”, afirmou Kátia Abreu. “Agradeço muito a solidariedade da Santa Casa de Porto Alegre, que é exemplo de gestão e excelência para todo o país”, completou.

    O próximo passo, de acordo com a senadora, é identificar mais cem crianças que precisam de intervenção cirúrgica urgente em outras especialidades além da cardiológica.

    “Vamos continuar levantando os casos mais graves para conseguirmos as operações não apenas em Porto Alegre, mas em outras localidades. Estou trabalhando todos os dias para isso, já que nossas crianças não podem contar com a saúde pública do estado”.

    As famílias das crianças terão suporte da Casa de Apoio das Famílias da Santa Casa, local onde se hospedarão e receberão alimentação sem custos.

    Visita
    A senadora Kátia Abreu marcou para 26 de abril uma visita à Santa Casa de Porto Alegre para conhecer o sistema de gestão e as instalações do local. Ela convidará o defensor público Arthur de Pádua Marques e os secretários de Saúde das cinco maiores cidades tocantinenses: Palmas, Araguaína, Gurupi, Porto Nacional e Paraíso.

    Assista ao comentário da senadora Kátia Abreu:

    Foto: divulgação

  • Kátia Abreu cobra do BC mecanismos para fortalecer cooperativas de crédito

    Senadora afirmou que essas instituições podem oferecer crédito mais barato, mas estão “crescendo sozinhas”

    Em audiência pública nesta terça-feira (4) com o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) cobrou mecanismos para fortalecer as cooperativas de crédito brasileiras. A parlamentar afirmou que essas instituições são capazes de oferecer crédito mais barato, especialmente aos pequenos e médios produtores rurais, mas estão “desamparadas”.

    “Gostaria que saber o que o Banco Central poderia fazer para fortalecer essas cooperativas. Elas estão sozinhas, crescendo só, pelo seu próprio esforço”, questionou a senadora ao presidente do BC durante audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado.

    A senadora destacou que, nos Estados Unidos, há 6.680 cooperativas de crédito que, juntas, representam o quarto maior volume de crédito do mundo e o segundo maior número de clientes. No Brasil, por outro lado, são 1.100 cooperativas, sendo 75% concentradas no Sul e no Sudeste. Apesar de sermos um gigante na produção agropecuária, ocupamos apenas a 16ª posição no mundo em número de cooperativas.

    “Acredito que se o Banco Central tomasse algumas medidas, principalmente no que diz respeito à Caixa Econômica e ao Banco do Brasil, para tentar viabilizar mais recursos para essas cooperativas de crédito, inclusive para os fundos de crédito, seria da maior importância”, completou.

    Kátia Abreu afirmou ainda que as cooperativas cobram spread bancário (diferença entre o custo de captação dos bancos e a taxa efetivamente cobrada ao consumidor final) até 50% menor que os grandes bancos. Nas cooperativas, os juros médios cobrados de pessoas físicas giram entre 7,5% e 9,5%, enquanto nos bancos, entre 15% e 16%. Para pessoas jurídicas, as cooperativas trabalham com juros de 2,6% e os bancos, 4,6%.

    “Além de cobrarem juros e spread mais baixos, as cooperativas conhecem de perto seus clientes”, disse Kátia Abreu, destacando a importância que essas entidades têm no financiamento dos médios e pequenos produtores agrícolas.

    Assista à participação da senadora na Comissão de Assuntos Econômicos:

    Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

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