• Kátia Abreu: Brasil está em momento excepcional para expansão de mercados

    Segundo ela, fim do embargo argentino à carne bovina brasileira favorece imagem do país

    Ao comentar o fim do embargo argentino à carne bovina brasileira, a ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) afirmou nesta quarta-feira (17) que o Brasil está em um “momento excepcional” de expansão de mercados internacionais.

    Para ela, o embargo à carne brasileira pelo país vizinho era um “contrassenso”, visto que outras nações de fora do Mercosul já aceitam a entrada do produto. A Argentina vetava a compra desde 2012, quando foi identificado um caso atípico de Encefalopatia Espongiforme Bovina (BSE, na sigla em inglês), mais conhecida como doença da vaca louca, no Paraná.

    “Estamos num momento excepcional de novos mercados e seria um contrassenso aceitarmos um embargo da Argentina, com quem temos um acordo de mercado comum. Agora, temos uma barreira a menos à carne brasileira”, comemorou.

    Kátia Abreu esclareceu que o fim do embargo favorece a imagem do Brasil no cenário externo. “Não podemos ter nenhum país do mundo embargando a carne brasileira. Temos que mostrar a todos os países do mundo que nossa carne é segura”, ressaltou.

    Em uma ação de reciprocidade, o Brasil decidiu nesta quarta-feira liberar a importação de maçã, pera e marmelo da Argentina. Os produtos estavam embargados desde março deste ano, depois de constatada a presença da praga Cydia pomonella.

    “Estamos agindo honestamente com a Argentina. Dissemos que quando ela cumprisse as ações de mitigação da praga Cydia pomonella, abriríamos novamente nosso mercado. Já que não há mais risco na carne brasileira, nada mais justo que as duas coisas ocorressem juntas”, destacou a ministra.

  • Kátia Abreu: agricultura pode contribuir para redução do aquecimento global

    Agricultura participa da proposta brasileira para a COP 21, que será realizada em Paris no mês de dezembro

    A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) afirmou nesta quarta-feira (17) que a pasta está negociando, juntamente com o Ministério do Meio Ambiente, a proposta que o Brasil levará à Conferência do Clima de Paris (COP 21). Ela falou sobre o papel da agricultura na redução de gases de efeito estufa durante entrevista à imprensa nesta tarde.

    “Estamos participando de todas as negociações junto com a ministra Izabella Teixeira e só temos coisas boas para mostrar”, afirmou a ministra ao citar o cumprimento da meta de diminuição do desmatamento na Amazônia e no Cerrado e o sucesso do Plano ABC (Agricultura de Baixo Carbono).

    Atualmente, as florestas brasileiras sequestram por ano volume de gás carbônico correspondente ao que a indústria nacional emite em dois anos, de acordo com a ministra. “Além disso, o Brasil tem 61% de seus biomas originais preservados. Nós estamos nos empenhando para fazer a coisa certa, com plantio direto e integração lavoura-pecuária, sempre procurando tecnologia e inovação para fazer uma agricultura sustentável”, completou.

  • Kátia Abreu vai a Miami negociar venda de café brasileiro à rede de restaurantes

    Ministra terá reuniões com empresários do setor visando a ampliar as exportações do produto
    A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) viajará nesta quarta-feira (17) a Miami (EUA) para negociar a venda de café brasileiro às redes de restaurantes Burguer King e Tim Hortons. Ela se reunirá com os empresários Josh Kobza, presidente financeiro da Tim Hortons, e com Jorge Paulo Lemann, sócio fundador da 3G Capital, empresa global de investimentos.

    Atualmente, a Tim Hortons, maior rede de cafeterias do Canadá, importa 90 mil toneladas de café, das quais apenas um terço são provenientes do Brasil.
    “Queremos aumentar, e muito, esse volume. Vamos nos encontrar com esses empresários, que têm influência na decisão de compra da cafeteria, para negociarmos”, disse a ministra, durante coletiva de imprensa nesta tarde.

    Kátia Abreu afirmou ainda que os produtores brasileiros poderão adaptar o café produzido aos padrões de qualidade exigidos pela rede de cafeterias. “Por outro lado, eles se ofereceram para vir ao Brasil prestar assistência aos nossos produtores”, completou.

    A ministra viajará a Miami acompanhada da secretária de Relações Internacionais do Agronegócio do Mapa, Tatiana Palermo, e do presidente do Conselho Nacional do Café, Silas Brasileiro. A comitiva vai realizar uma visita técnica a unidades da Tim Hortons neste sábado (20).

  • Ministra vai intensificar negociações para abrir mercado dos EUA à carne bovina brasileira

    Kátia Abreu adiantou também que o país trabalha para ter acesso ao comércio com a Arábia Saudita e Japão

    “Vamos bater na porta dos Estados Unidos e de outros países para falarmos da qualidade da nossa carne”, disse nesta quarta-feira a ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), ao comentar as negociações comerciais para a abertura de mercados novos nos Estados Unidos, no Japão e na Arábia Saudita.

    Em visita oficial com a presidente Dilma Rousseff aos EUA, a ministra pretende debater com o presidente Barack Obama os principais pontos para preparar o fim do embargo à carne bovina brasileira: “O Brasil está com todas as documentações necessárias para a abertura de mercado com os EUA e as autoridades daquele país estão aguardando a visita da presidente Dilma Rousseff para acertar detalhes de visitas a 14 estados com potencial para exportar.”

    Depois desse compromisso, a ministra vai ao Japão e, entre os dias 2 a 6 de julho, espera suspender o embargo total à carne bovina. “Esperamos abrir o mercado de carne processada e desembargar a carne ‘in natura’. Durante a visita, iremos analisar os investimentos de empresas japonesas no Matopiba [região formada por partes do Maranhão, Tocantins, do Piauí e da Bahia] e também vamos liberar o comércio de melão e manga brasileiros, além da carne kobe”, destacou a ministra.

    Arábia Saudita

    A Arábia Saudita também está entre os países que o Brasil está concluindo as negociações. Os auditores de defesa sanitária daquele país visitaram, na semana passada, estabelecimentos brasileiros de produção de carne bovina e de aves. Eles devem apresentar um relatório em até 45 dias para o Ministério da Agricultura e os técnicos terão outros 35 dias para responder ao documento, caso tenha alguma solicitação.

    Ainda sobre a exportação de carne brasileira, a ministra afirmou que a China, que suspendeu o embargo ao produto no começo do ano, vai visitar novos estabelecimentos produtores. “Os auditores chineses chegam na próxima segunda-feira para visitar estabelecimentos e analisar, por amostragem, a possibilidade de habilitar mais nove fábricas”. Cada um dos estabelecimentos representam um lucro de US$ 18 a 20 milhões.

  • Ministra toma posse no conselho deliberativo da Apex

    Esta é a primeira vez que o setor agropecuário tem representação no órgão. Além do Mapa, a CNA também passa a ter assento no colegiado

    A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) tomou posse nesta quarta-feira (17) no Conselho Deliberativo da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também ganhou assento no órgão responsável pelo fomento das exportações.

    A inclusão do Mapa e da CNA simboliza uma vitória para o agronegócio brasileiro, afirmou a ministra. Desde a criação da Apex, em 2003, esta é a primeira vez que o setor será representado no conselho. A secretária de Relações Internacionais para o Agronegócio, Tatiana Palermo, será a suplente de Katia Abreu no colegiado.

    “O protagonista das vendas ao exterior não poderia ficar de fora desse conselho, que é de suma importância. Agradeço à sensibilidade da presidenta Dilma Rousseff por garantir mais essa conquista ao agronegócio”, disse Kátia Abreu, que destacou ainda o apoio recebido do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro – que acumula a presidência do conselho deliberativo.

    “Difícil falar em exportações brasileiras sem mencionar o agronegócio. Esta é mais uma posição importante, de influência que nosso setor alcança. São quase R$ 500 milhões por ano voltados para promoção comercial”, observou a ministra.

    Atualmente, compõem o conselho deliberativo MDIC (que preside o órgão), Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Sebrae, BNDES, Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ministério das Relações Exteriores, Câmara de Comércio Exterior (Camex) e Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

  • Kátia Abreu destaca avanços do país no combate à febre aftosa

    Em seminário em SP, ministra diz que não faltarão recursos para a defesa agropecuária e que o Mapa está elaborando lei agrícola

    Ainda este ano, todas as unidades federadas serão reconhecidas como livres de febre aftosa com vacinação, status que deverá ser estendido ao Brasil, em 2016, pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). A declaração foi feita pela ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), nesta terça-feira (16), ao participar do Seminário Perspectivas para o Agribusiness 2015 e 2016, promovido pela BM&F Bovespa, em São Paulo. Segundo ela, até 2025, o OIE deverá reconhecer o país como livre da doença sem vacinação.

    A ministra disse que “falta apenas o reconhecimento pleno aos estados do Amazonas, Roraima e Amapá como livres da doença”. Hoje, apenas Santa Catarina é considerada como livre de aftosa sem vacinação pela OIE. Ela também comentou o acordo de cooperação internacional com a Venezuela para diminuir o risco de entrada do vírus no Brasil pela fronteira. “Vamos entrar na Venezuela com a permissão do seu governo para ajudá-la a montar um sistema de defesa agropecuária.”

    Kátia Abreu garantiu que não faltarão recursos para as ações de defesa agropecuária, uma vez que o orçamento do setor não foi afetado pelo ajuste fiscal promovido pelo governo federal.

    Lei agrícola

    Sobre os objetivos da sua gestão à frente da pasta, a ministra destacou a elaboração de uma lei agrícola plurianual e a ampliação da classe média rural brasileira. “Há uma classe que precisa ingressar no agronegócio. Isso vai melhorar ainda mais nossa performance”, disse.

    Destacou a criação, no início deste mês, de um Grupo de Trabalho de Alto Nível para delinear a Lei Plurianual da Produção Agrícola Brasileira. A lei visa conferir maior previsibilidade ao mercado. com enfoque em instrumentos como financiamento, sustentação de preço e seguro de produção e de custo operacional efetivo.

    “Não vamos mais viver do improviso. O que vai dar segurança e estabilidade é uma lei imexível, aconteça o que acontecer”, afirmou.

    Kátia Abreu disse ainda que o ministério está empenhado em fortalecer a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que classificou como “um outro salto, uma evolução como já fizemos no passado”. Para tanto, será criado um fundo que permitirá à empresa captar recursos internacionais.

    União Europeia

    Ela citou ainda os esforços do governo para que o Mercosul conclua o acordo comercial com a União Europeia. “O principal motivo que nos levou a Bruxelas [na semana passada] foi garantir ao comissariado europeu que um acordo com o Mercosul é prioritário para o Brasil.”

    As reuniões técnicas para viabilização do acordo devem começar em julho e as trocas de ofertas deverão ocorrer no último trimestre do ano, previu Kátia Abreu. “O Mercosul está pronto, e o comissariado europeu inicia as consultas para finalizar o grupo de ofertas. Estou otimista.”

    Outros assuntos abordados por Kátia Abreu foram a supersafra de inverno de milho, a garantia de que a Letra de Crédito Agrícola (LCA) não será tributada e o esforço de sua gestão para reduzir a burocracia no Mapa. “Tínhamos processos que antes levavam até quatro anos, e já limitamos o tempo de resposta a um período que vai entre quatro e oito meses. Mas temos um número grande de processos que são respondidos em até 48 horas.”

    Foto: Agência Luz/Divulgação BMF&Bovespa

  • Ministra anuncia instituto federal de ensino em Lucas do Rio Verde

    Kátia Abreu participou do início da colheita do milho safrinha

    Em visita a Lucas do Rio Verde, neste sábado (13), a ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) anunciou a criação de um instituto federal de ensino voltado para técnicas em agropecuária. Ela participou da solenidade que marca o início da colheita do milho safrinha na região, uma das maiores produtoras de grãos do país.

    O instituto federal de ensino técnico mais próximo de Lucas do Rio Verde é o de Cuiabá, distante 350 quilômetros.
    “Vamos implantar cursos mais modernos e atuais nos institutos federais, como automação, agricultura de precisão, plantio de florestas. Precisamos melhorar, agregar tecnologia na formação dos jovens˜, afirmou a ministra à plateia de produtores locais.

    A ministra também anunciou que a Superintendência Federal de Agricultura no Mato Grosso terá uma unidade na cidade.
    “Teremos em Lucas do Rio Verde uma unidade da Superintendência Federal para que o Mapa fique mais próximo de vocês. Precisamos inverter a ordem das coisas: nós somos os empregados e vocês os patrões. O poder público deve servir o contribuinte”, disse.

    Em ato simbólico pela abertura da colheita, a ministra operou uma colheitadeira de milho em uma propriedade próxima à Fundação Rio Verde, local da cerimônia.

    Infraestrutura

    Os produtores manifestaram à ministra preocupação com a BR-163, rodovia importante para escoamento da produção local de grãos. Kátia Abreu afirmou que o governo vai asfaltar os 120 quilômetros que permanecem sem pavimentação até Miritituba.

    “O Mato Grosso não teve acompanhamento da infraestrutura de logística em paralelo ao seu desenvolvimento. Mas nunca é tarde para continuarmos lutando”, afirmou a ministra. “A presidente Dilma Rousseff vai asfaltar o trecho que está em condições precárias”, completou.

    Kátia Abreu destacou ainda a importância da ferrovia que ligará Lucas do Rio Verde a Miritituba (PA), que consta do Programa de Investimentos em Logística.

    “O grande alento da região é a ferrovia de Lucas do Rio Verde, passando em Sinop até Miritituba, para alcançarmos o canal do Panamá para a China e Roterdã, hoje é uma das saídas mais viáveis do pais é essa ferrovia juntamente com a rodovia”, disse a ministra.

    Embrapa

    Em Sinop (MT), a ministra visitou a Embrapa Agrossilvipastoril – unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – ao lado do presidente do órgão, Maurício Antônio Lopes. O centro de pesquisa, considerado o mais moderno do pais, coordena de 350 atividades e estuda 15 cadeias produtivas. A unidade tem como foco sistemas produtivos integrados – integração lavoura-pecuária-floresta (iLPF).

    A Embrapa Agrossilvipastoril tem área rural de 612 hectares e abriga mais de 75 pesquisadores de diversos institutos de ciências biológicas do país e do exterior que atuam na geração de tecnologias para a região.

    Fotos: Priscilla Mendes / Mapa

  • Kátia Abreu: Acordo Mercosul/UE pode avançar no segundo semestre

    Ministra acompanha a presidente Dilma em reunião com a cúpula da União Europeia

    A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, reiterou há pouco, em Bruxelas, que o Mercosul está pronto para negociar o acordo de livre comércio com a União Europeia, mas avalia que o período de férias da instituição, nos meses de julho e agosto, postergue para depois desse período as negociações.

    Segundo a ministra, os Estados membros da União Europeia precisam ser consultados sobre a troca de ofertas, estágio das negociações em que regras e produtos são tratados de forma objetiva para a finalização do acordo.

    “Estamos prontos para entregar a oferta do Mercosul, agora em junho, se a UE estiver com a sua proposta pronta, mas as férias da União Europeia, em julho e agosto, talvez atrasem para setembro, pois eles precisam consultar todos os comissários e países, o que levaria dois meses”, disse a ministra.

    A ministra acompanha a presidente Dilma Rousseff na visita a Bruxelas, onde participam da cúpula da União Europeia com a Celac – Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos.

  • Kátia Abreu destaca ações para melhorar infraestrutura da Bahia e do Matopiba

    Ministra também falou, ao visitar feira agropecuária, sobre o Plano Agrícola e Pecuário e implantação de Ceasa em Luís Eduardo Magalhães

    Ao participar nesta sexta-feira (5) da Bahia Farm Show 2015 – Feira de Tecnologia Agrícola e Negócios, em Luís Eduardo Magalhães (BA), a ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) falou com os produtores rurais sobre o Plano Agrícola e Pecuário 2015/2016, lançado esta semana pelo governo federal, e sobre as ações de infraestrutura para apoiar a região.

    Katia Abreu destacou o aumento do volume de recursos para o Plano Agrícola e Pecuário (PAP), que contará com R$ 187,7 bilhões para investimento, custeio e comercialização na safra 2015/2016. “Além desse aumento no limite de valores, o mais importante do PAP é que, mesmo diante do ajuste fiscal, o governo federal está preocupado em investir na agricultura, demostrando estar ao lado dos produtores.”

    Durante a visita, a ministra conversou com os agricultores e pecuaristas sobre a implantação de uma Central de Abastecimento (Ceasa) em Luís Eduardo Magalhães. “A população e os produtores podem, sim, sonhar com uma Ceasa para a região. Temos observado aqui um grande cultivo de frutas, verduras e legumes. Queremos estimular a produção local.”

    De acordo com Kátia Abreu, a Ceasa fortalecerá a atividade dos agricultores da região. “Os produtores precisam estar dentro do programa da classe média rural para ter capacitação e extensão rural, além de aumentar a renda e contar com um lugar adequado para vender seus produtos. A Ceasa, juntamente com o Barracão do Produtor, pode ser a solução para os produtores do Matopiba (região formada por partes da Bahia, Maranhão, Piauí e Tocantins) e de Luís Eduardo Magalhães.”

    Escoamento

    A ministra falou ainda sobre os investimentos em infraestrutura para a região, a fim de melhorar o escoamento da safra. “Estamos trabalhando para concluir a Ferrovia Integração Oeste Leste (Fiol), que vai de Luís Eduardo Magalhães até Ilhéus e já está 61% concluída. Pretendemos terminá-la até o final do ano que vem. A BR-020, de Luís Eduardo e Barreiras, passando pelo Piauí e chegando até o Ceará, terá cerca de 470 quilômetros asfaltados com recursos do PAC 3, garantidos pela presidenta Dilma Rousseff e ainda pretendemos investir na duplicação da estrada estadual que sai de Barreiras, seguindo por Dianópolis, no Tocantins, e chegando até a Ferrovia Norte-Sul, para levar a safra para Porto Nacional, que será uma opção para o oeste da Bahia”, disse Kátia Abreu.

    A ministra também elogiou a Bahia Farm Show. “Achei a feira maravilhosa. Os organizadores, produtores e pesquisadores estão todos de parabéns. Uma grande feira como esta significa aumento da produtividade no Brasil. Um exemplo é a primeira soja desenvolvida para a região do Matopiba e apresentada aqui na Farm Show, que com certeza aumentará a produtividade da região”.

    Foto: Priscilla Mendes/Mapa

  • Ministra participa de lançamento da Frente Parlamentar do Matopiba

    Objetivo será desenvolver e operacionalizar um sistema de planejamento territorial estratégico para a região

    A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participou da audiência pública de lançamento da Frente Parlamentar do Matopiba, presidida pelo deputado Irajá Abreu (PSD-TO). “A infraestrutura para o desenvolvimento desse polo agrícola será garantida pelo governo federal”, afirmou ela, durante o evento. A Frente Parlamentar deverá desenvolver e operacionalizar um sistema de planejamento territorial estratégico para a região, contribuindo com o Plano de Desenvolvimento Sustentável, proposto pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
    A região do Matopiba compreende 73 milhões de hectares, distribuídos em 31 microrregiões e 337 municípios. É considerada atualmente a nova fronteira agrícola formada por áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e da Bahia. O novo programa tem por objetivo aumentar a produtividade dos pequenos agricultores. Dados do Ministério da Agricultura mostram que, diferentemente das cidades, que contam com 50% da população na classe média, o campo tem apenas 16% de produtores nesta faixa de renda.

    Por isso, Kátia Abreu enfatizou aos parlamentares que uma das prioridades do Mapa é justamente aumentar a renda nas pequenas prioridades, promovendo o crescimento da classe média rural. “Cada estado será subdividido em uma microrregião para facilitar o atendimento proporcional dos produtores participantes do programa de ascensão da classe média rural.”

    Além de Kátia Abreu, o ministro interino da Pesca e Aquicultura, Luiz Otávio, também participou da audiência, nessa terça-feira (2), na Câmara dos Deputados, em Brasília, representando o titular da pasta, Helder Barbalho, que está em missão oficial no exterior.

    O presidente da Frente Parlamentar do Matopiba, que também é presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Irajá Abreu, destacou o apoio da ministra ao projeto. “Ficamos muito honrados com a criação da Frente Parlamentar do Matopiba, que foi apoiada por mais de 218 parlamentares no Congresso. É uma frente que começa forte, em um projeto muito audacioso do governo federal, tendo a ministra Kátia Abreu como a grande condutora”, ressaltou.

    O deputado Marcos Montes (PSD-MG) elogiou a iniciativa: “A ministra tem deixado claro que a agropecuária é o maior negócio do nosso país. Estou feliz que o governo tenha uma pessoa que entenda do setor como a senhora e com isso esteja investindo na região do Matopiba e contribuindo para que os produtores possam obter uma renda melhor. A agropecuária pode e vai ajudar o Brasil a crescer novamente.”

    PAP

    Além dos projetos que a ministra Kátia Abreu já tem colocado em prática, como o Plano de Desenvolvimento do Matopiba e a ascensão da classe média rural, foi lançado nessa terça-feira (02) o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2015/2016. Com o PAP, o governo federal está disponibilizando R$ 187,7 bilhões para apoiar a produção agropecuária. Do total, R$ 149,5 bilhões são destinados às operações de custeio e comercialização e R$ 38,2 bilhões aos programas de investimento.

Página 20 de 114« Primeira...10...1819202122...304050...Última »