• Mapa vai destinar R$ 60 mi para seguro do milho safrinha no PR

    Em Curitiba, ministra disse que seguro agrícola garante abastecimento da nação

    A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) tranquilizou os produtores paranaenses, nesta terça-feira (23), ao afirmar que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) disponibilizará R$ 60 milhões para a subvenção do seguro do milho safrinha no estado. Ela fez a declaração em Curitiba, durante apresentação do Plano Agrícola e Pecuário 2015/2016, que teve a presença do governador Beto Richa.

    “Vamos destinar ao seguro safrinha R$ 60 milhões, valor que temos convicção de que seja ideal. Esse limite vai atender aos produtores na metade do prêmio, porque a outra metade é paga pelo produtor. Isso estará à altura do necessário”, afirmou a ministra.

    Para Kátia Abreu, o seguro de renda do produtor rural garante o abastecimento e a segurança alimentar do país. “Na verdade, o seguro não é de um ou de outro produtor, é do abastecimento nacional. Essa é a diferença que os governos precisam entender. Os americanos e os europeus já adotaram essa mudança de postura e de raciocínio”, enfatizou a ministra.

    O Ministério da Agricultura, explicou, teve dificuldades este ano no pagamento das subvenções porque R$ 300 milhões destinados ao seguro agrícola deixaram de ser empenhados no ano passado. Além disso, a aprovação do Orçamento 2015 ocorreu apenas em maio.

    “Mas vamos lutar muito para organizar o seguro este ano e começarmos ano que vem com tudo empenhado e pago para que o seguro adquira cada vez mais credibilidade. É a peça fundamental de uma política agrícola”, declarou.

    Foto: Priscilla Mendes

  • Agronegócio gera mais de 28 mil empregos somente em maio

    O quadro Sala de Emprego do Jornal Hoje, na Rede Globo, falou sobre onde sobram empregos no Brasil e foi com alegria que vimos a relação direta com o trabalho que vem sendo desenvolvido pela Ministra Katia Abreu e o foco da matéria.

    No Tocantins, estado pelo qual foi eleita Senadora, a construção da Ferrovia Norte-Sul aumentou a oferta de empregos no ramo de logística e construção civil. Empresas agrícolas e de vários ramos da indústria têm construído centros de distribuição e aumentado a possibilidade de que os tocantinenses possam encontrar uma colocação no mercado de trabalho. A matéria também citou que na região sul o agronegócio está na contramão da crise, contratando mais de 10 mil trabalhadores apenas no primeiro semestre desse ano.

    A matéria confirma os dados do CAGEDE (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados hoje pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Apenas no mês de maio a agricultura brasileira criou mais de 28.300 mil vagas com carteira assinada no Brasil. Esse é o resultado do esforço e do comprometimento do homem do campo com o projeto de aumentar a classe média rural.

    É um sentimento muito grande de realização saber que os produtores rurais têm se qualificado, ficado atentos às oportunidades e colaborado em cada aspecto do crescimento do agronegócio brasileiro. É como a ministra disse anteriormente: “o MAPA é o portador das boas notícias para esse país”. O agronegócio também.

  • Kátia Abreu: próxima safra crescerá 5,6%

    Ministra destaca, em Porto Alegre, aumento dos recursos a juros controlados

    Em viagem a Porto Alegre nesta segunda-feira (22), a ministra Kátia Abreu destacou o aumento do volume de recursos a juros controlados previstos no Plano Agrícola e Pecuário 2015/2016. O plano, lançado no início do mês, disponibilizará R$ 94,5 bilhões a taxas subsidiadas, o que representa 64% do total de recursos programadas para a safra, de R$ 187,7 bilhões.

    “Aumentamos em 20% os volumes para a agricultura e, nos juros controlados, elevamos esses valores em R$ 6,5 bilhões, sendo que para os médios produtores, tivemos um acréscimo de 18% no crédito controlado, justamente para fortalecer a classe média rural brasileira”, disse Kátia Abreu. “Os instrumentos estão funcionando bem e serão eficazes para os produtores”, acrescentou ministra, destacando ainda a perspectiva de aumento de 5,6% na próxima safra.

    Arroz
    A ministra esteve nesta tarde na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, quando falou sobre o Plano Agrícola e Pecuário 2015/2016, durante o 7º seminário do Ciclo de Palestras e Debates, promovido pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal.

    Produtores de arroz do estado apresentaram reivindicações à ministra e pediram, entre outros itens, carência para pagamento de dívidas, prorrogação de financiamentos e políticas de inventivo a exportações.

    Kátia Abreu afirmou aos produtores que o governo poderá criar um grupo de trabalho para analisar a proposta de prorrogação das dívidas e destacou que as exportações de arroz poderão ser alavancadas.

    “O Mapa tem um grande trabalho para aumentar as exportações. Temos que encontrar os mercados e diminuir nossas barreiras, e o arroz poderá ser incluído nos nossos projetos”, disse.

    Em relação ao preço mínimo do arroz, Kátia Abreu afirmou que o ministério estará aberto ao diálogo. “Podemos ajustar, tudo é possível de diálogo, mas tudo depende de argumentação técnica”, ponderou. Ela também se comprometeu a receber representantes de entidades dos arrozeiros no mês de julho, no Mapa, em Brasília, para tratar de assuntos de interesse da cadeia produtiva.

  • Kátia Abreu visita o Sul do país para apresentar o Plano Agrícola e Pecuário

    A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) viaja no início da tarde desta segunda-feira (22) para Porto Alegre, onde apresenta o Plano Agrícola e Pecuário 2015/2016, às 15h30, na Assembleia Legislativa gaúcha, e participa do lançamento do Cadastro Rural Ambiental Rural (CAR) – Bioma Pampa, às 17h30, no Palácio Piratini.

    Na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, Kátia falará sobre o Plano Agrícola e Pecuário, durante o 7º seminário do Ciclo de Palestras e Debates, promovido pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal. Em seguida, segue para a solenidade do CAR na sede do governo gaúcho.

    Às 20h30 desta segunda-feira, a ministra apresenta o Plano Agrícola e Pecuário durante o 7º Congresso Brasileiro da Soja, no Centro de Convenções de Florianópolis.

    Curitiba
    Nesta terça-feira (23), Kátia Abreu dará prosseguimento à agenda de apresentação do Plano Agrícola e Pecuário em Curitiba. Às 10h, ela falará sobre a política agrícola do governo federal para a safra 2015/16 no Sistema Ocepar (Organização das Cooperativas do Paraná).

    Serviço:

    Porto Alegre
    7º seminário do Ciclo de Palestras e Debates da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal
    Data: 22 de junho (segunda-feira)
    Hora: 15h30
    Local: Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul – Praça Marechal Deodoro, 101, Centro de Porto Alegre

    Lançamento do Cadastro Ambiental Rural (CAR) – Bioma Pampa
    Data: 22 de junho (segunda-feira)
    Hora: 17h30
    Local: Palácio Piratini – Praça Marechal Deodoro s/n

    Florianópolis
    7º Congresso Brasileiro da Soja
    Data: 22 de unho (segunda-feira)
    Hora: 20h30
    Local: Centro de Convenções de Florianópolis – Centro Sul, Av. Governador Gustavo Richard, 850, Florianópolis

    Curitiba
    Divulgação do Plano Agrícola e Pecuário 2015/2016
    Data: 23 de junho (terça-feira)
    Hora: 10h
    Local: Sistema Ocepar – Av. Cândido de Abreu, 501 – Curitiba

  • Kátia Abreu negocia entrada do café brasileiro em rede de alimentação internacional

    Ministra e representantes do setor negociam vendas do produto à empresa da América do Norte

    As exportações brasileiras de café para a América do Norte podem crescer com a venda do produto para a rede de alimentação Tim Hortons. A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, está em Miami (EUA), reunida com executivos da empresa – controlada pela 3G Capital, do brasileiro Jorge Paulo Lemann – para tratar da ampliação daquele mercado.

    Além de Kátia Abreu, participam da reunião o presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), deputado Silas Brasileiro, e o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais, Roberto Simões. “Quero que as entidades que representam o setor de café compreendam as exigências e me ajudem a convencer os produtores sobre a oportunidade de ampliar o nosso mercado”, disse a ministra.

    Competitividade

    Na reunião em Miami, a ministra e os executivos da empresa tratam sobre as medidas que os produtores brasileiros precisam adotar para atender aos requisitos da Tim Hortons, maior rede de cafeterias do Canadá. Kátia Abreu pretende ampliar também a competividade do grão nacional para que o país seja o principal fornecedor da cadeia do setor de redes de alimentação.

    A reunião deverá resultar em um protocolo privado, uma espécie de compromisso de entrega dos produtos nas condições que a empresa exige. “Os executivos da empresa se dispuseram a explicar por quais adequações o café brasileiro precisa passar e se ofereceram a vir ao Brasil para trabalhar com as indústrias, a fim de atender as demandas e a qualidade exigidas pela Tim Hortons”, explicou a ministra.

    A empresa compra anualmente 90 mil toneladas de café. Isso representa uma oportunidade para o Brasil, que entrega cerca de 30 mil toneladas à rede canadense. No total, as exportações brasileiras ultrapassam 36 milhões de sacas – ou 2,1 bilhões de toneladas do produto.

  • Ministra diz que Brasil pode voltar a ser grande exportador de cacau

    Ceplac entregou lista de desafios e oportunidades do setor

    A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) defendeu o fortalecimento da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) durante reunião nesta quarta-feira (17) com parlamentares e representantes de produtores de cacau. “Podemos voltar a ser grandes exportadores de cacau”, afirmou.

    Representantes da Ceplac entregaram à ministra documento no qual listam oportunidades e desafios do setor cacaueiro. Entre eles, a melhoria da competitividade, o fortalecimento da defesa sanitária e a formação de mercado interno.

    A produtividade do setor saltou nos últimos dez anos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), passando de 170 mil toneladas de amêndoa seca em 2003 para 279 mil toneladas em 2014.

    “Temos dois produtos nacionais que estão no DNA, no coração do Brasil. Um é o cacau e o outro, o café. São cadeias que têm importância significativa e considero prioritárias”, disse a ministra durante a reunião, que teve presença dos senadores Ana Amélia (PP-RS), Lídice da Mata (PSB-BA), Valdir Raupp (PMDB-RO), Wellington Fagundes (PR-MT), José Medeiros (PPS-MT) e do deputado federal Bebeto Galvão (PSB-BA).

    Kátia Abreu afirmou que a Ceplac, juntamente com Embrapa, Conab e Inmet, passará por um grande projeto de modernização e reestruturação, que será apresentado até o fim deste ano.

    “Essas instituições precisam ser modernizadas e terem formato de gestão eficiente para atender melhor ao produtor. Vamos ter inclusive uma escala de financiamento em pesquisa, priorizando os interesses do país”, disse.

    Foto: Carlos Silva / Mapa

  • Kátia Abreu: Brasil está em momento excepcional para expansão de mercados

    Segundo ela, fim do embargo argentino à carne bovina brasileira favorece imagem do país

    Ao comentar o fim do embargo argentino à carne bovina brasileira, a ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) afirmou nesta quarta-feira (17) que o Brasil está em um “momento excepcional” de expansão de mercados internacionais.

    Para ela, o embargo à carne brasileira pelo país vizinho era um “contrassenso”, visto que outras nações de fora do Mercosul já aceitam a entrada do produto. A Argentina vetava a compra desde 2012, quando foi identificado um caso atípico de Encefalopatia Espongiforme Bovina (BSE, na sigla em inglês), mais conhecida como doença da vaca louca, no Paraná.

    “Estamos num momento excepcional de novos mercados e seria um contrassenso aceitarmos um embargo da Argentina, com quem temos um acordo de mercado comum. Agora, temos uma barreira a menos à carne brasileira”, comemorou.

    Kátia Abreu esclareceu que o fim do embargo favorece a imagem do Brasil no cenário externo. “Não podemos ter nenhum país do mundo embargando a carne brasileira. Temos que mostrar a todos os países do mundo que nossa carne é segura”, ressaltou.

    Em uma ação de reciprocidade, o Brasil decidiu nesta quarta-feira liberar a importação de maçã, pera e marmelo da Argentina. Os produtos estavam embargados desde março deste ano, depois de constatada a presença da praga Cydia pomonella.

    “Estamos agindo honestamente com a Argentina. Dissemos que quando ela cumprisse as ações de mitigação da praga Cydia pomonella, abriríamos novamente nosso mercado. Já que não há mais risco na carne brasileira, nada mais justo que as duas coisas ocorressem juntas”, destacou a ministra.

  • Kátia Abreu: agricultura pode contribuir para redução do aquecimento global

    Agricultura participa da proposta brasileira para a COP 21, que será realizada em Paris no mês de dezembro

    A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) afirmou nesta quarta-feira (17) que a pasta está negociando, juntamente com o Ministério do Meio Ambiente, a proposta que o Brasil levará à Conferência do Clima de Paris (COP 21). Ela falou sobre o papel da agricultura na redução de gases de efeito estufa durante entrevista à imprensa nesta tarde.

    “Estamos participando de todas as negociações junto com a ministra Izabella Teixeira e só temos coisas boas para mostrar”, afirmou a ministra ao citar o cumprimento da meta de diminuição do desmatamento na Amazônia e no Cerrado e o sucesso do Plano ABC (Agricultura de Baixo Carbono).

    Atualmente, as florestas brasileiras sequestram por ano volume de gás carbônico correspondente ao que a indústria nacional emite em dois anos, de acordo com a ministra. “Além disso, o Brasil tem 61% de seus biomas originais preservados. Nós estamos nos empenhando para fazer a coisa certa, com plantio direto e integração lavoura-pecuária, sempre procurando tecnologia e inovação para fazer uma agricultura sustentável”, completou.

  • Kátia Abreu vai a Miami negociar venda de café brasileiro à rede de restaurantes

    Ministra terá reuniões com empresários do setor visando a ampliar as exportações do produto
    A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) viajará nesta quarta-feira (17) a Miami (EUA) para negociar a venda de café brasileiro às redes de restaurantes Burguer King e Tim Hortons. Ela se reunirá com os empresários Josh Kobza, presidente financeiro da Tim Hortons, e com Jorge Paulo Lemann, sócio fundador da 3G Capital, empresa global de investimentos.

    Atualmente, a Tim Hortons, maior rede de cafeterias do Canadá, importa 90 mil toneladas de café, das quais apenas um terço são provenientes do Brasil.
    “Queremos aumentar, e muito, esse volume. Vamos nos encontrar com esses empresários, que têm influência na decisão de compra da cafeteria, para negociarmos”, disse a ministra, durante coletiva de imprensa nesta tarde.

    Kátia Abreu afirmou ainda que os produtores brasileiros poderão adaptar o café produzido aos padrões de qualidade exigidos pela rede de cafeterias. “Por outro lado, eles se ofereceram para vir ao Brasil prestar assistência aos nossos produtores”, completou.

    A ministra viajará a Miami acompanhada da secretária de Relações Internacionais do Agronegócio do Mapa, Tatiana Palermo, e do presidente do Conselho Nacional do Café, Silas Brasileiro. A comitiva vai realizar uma visita técnica a unidades da Tim Hortons neste sábado (20).

  • Ministra vai intensificar negociações para abrir mercado dos EUA à carne bovina brasileira

    Kátia Abreu adiantou também que o país trabalha para ter acesso ao comércio com a Arábia Saudita e Japão

    “Vamos bater na porta dos Estados Unidos e de outros países para falarmos da qualidade da nossa carne”, disse nesta quarta-feira a ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), ao comentar as negociações comerciais para a abertura de mercados novos nos Estados Unidos, no Japão e na Arábia Saudita.

    Em visita oficial com a presidente Dilma Rousseff aos EUA, a ministra pretende debater com o presidente Barack Obama os principais pontos para preparar o fim do embargo à carne bovina brasileira: “O Brasil está com todas as documentações necessárias para a abertura de mercado com os EUA e as autoridades daquele país estão aguardando a visita da presidente Dilma Rousseff para acertar detalhes de visitas a 14 estados com potencial para exportar.”

    Depois desse compromisso, a ministra vai ao Japão e, entre os dias 2 a 6 de julho, espera suspender o embargo total à carne bovina. “Esperamos abrir o mercado de carne processada e desembargar a carne ‘in natura’. Durante a visita, iremos analisar os investimentos de empresas japonesas no Matopiba [região formada por partes do Maranhão, Tocantins, do Piauí e da Bahia] e também vamos liberar o comércio de melão e manga brasileiros, além da carne kobe”, destacou a ministra.

    Arábia Saudita

    A Arábia Saudita também está entre os países que o Brasil está concluindo as negociações. Os auditores de defesa sanitária daquele país visitaram, na semana passada, estabelecimentos brasileiros de produção de carne bovina e de aves. Eles devem apresentar um relatório em até 45 dias para o Ministério da Agricultura e os técnicos terão outros 35 dias para responder ao documento, caso tenha alguma solicitação.

    Ainda sobre a exportação de carne brasileira, a ministra afirmou que a China, que suspendeu o embargo ao produto no começo do ano, vai visitar novos estabelecimentos produtores. “Os auditores chineses chegam na próxima segunda-feira para visitar estabelecimentos e analisar, por amostragem, a possibilidade de habilitar mais nove fábricas”. Cada um dos estabelecimentos representam um lucro de US$ 18 a 20 milhões.

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