• “Precisamos conhecer o verdadeiro tamanho do rombo da Previdência”, diz Kátia Abreu

    Senadora assinou pedido para criação de uma CPI que investigará rombo nas contas da Previdência Social

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) afirmou nesta quarta-feira (15) que a CPI da Previdência tem o objetivo de esclarecer o verdadeiro rombo existente nas contas da Previdência Social. Ela assinou o requerimento pela criação do colegiado.

    “Essa CPI da previdência não tem objetivo especifico de buscar corrupção, o que nós queremos é conhecer o tamanho verdadeiro do rombo da Previdência. A população brasileira merece isso”, afirmou a parlamentar em plenário.

    Kátia Abreu destacou ainda que outros presidentes da República já fizeram reformas da Previdência no passado. “Não tem importância fazer reforma, desde que conheçamos os valores e os números e façamos alterações razoáveis e que tirem apenas o suor e não o sangue da população brasileira”, disse. “É justo com a população e com o Congresso Nacional, até para fazermos uma reforma adequada”, completou.

    A criação da CPI, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), depende de apoio de ao menos 27 senadores. Até o momento, o parlamentar já coletou 47 assinaturas. O objetivo é fazer uma radiografia dos números da Previdência dos últimos 20 anos.

    Assista à íntegra do pronunciamento da senadora:

    Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

  • Kátia Abreu vai presidir Comissão Mista de Consolidação da Legislação Federal

    Colegiado formado por senadores e deputados vai se debruçar sobre os dispositivos da Constituição Federal que ainda permanecem sem regulamentação

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) será a presidente da Comissão Mista de Consolidação da Legislação Federal. A escolha foi anunciada nesta terça-feira (14) pelo líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros, que elogiou a atuação da parlamentar.

    “Eu faço a indicação com muita satisfação. É, sobretudo, uma homenagem a uma das parlamentares que mais colabora no dia a dia dessa Casa para o aperfeiçoamento institucional”, disse o líder.

    Plenário do Senado

    A comissão vai se debruçar sobre os dispositivos da Constituição Federal que, apesar de terem sido promulgados há quase 30 anos, ainda permanecem sem regulamentação. Na prática, essa lacuna muitas vezes resulta em impedimento para que cidadãos usufruam de direitos constitucionais. De acordo com Calheiros, há atualmente 130 dispositivos nesta situação.

    O colegiado será misto, composto por deputados e senadores, e formado por 11 titulares e 11 suplentes. O trabalho pode resultar na eliminação de dezenas de normas obsoletas.

     

     

    Foto 1: Marcos Oliveira/Agência Senado
    Foto 2: Jefferson Rudy/Agência Senado

  • Dinheiro do Compra Direta vai dobrar em 2017: R$ 26 milhões para os pequenos produtores rurais

    Senadora Kátia Abreu reuniu-se com ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, e o secretário nacional de Segurança Alimentar, Caio Rocha, para discutor assuntos de interesse da população do Tocantins

    Em reunião no Ministério do Desenvolvimento Social, na tarde desta terça, 14, a senadora Kátia Abreu recebeu do Secretário Nacional de Segurança Alimentar, Caio Rocha, a informação de que o Ministério vai destinar em 2017 o montante de R$ 26,9 milhões para o Programa Compra Direta no Estado.

    O valor é o dobro dos R$ 12,9 milhões liberados no ano passado, que atendeu a 7.292 produtores rurais. “Se dobrou o valor dos recursos, vai dobrar também o número de produtores beneficiados”, disse a parlamentar, que ressaltou ainda a importância dos recursos para os pequenos produtores da agricultura familiar.

    Kátia Abreu pretende realizar em abril um grande seminário no Estado para capacitar prefeitos e gestores para adesão ao Compra Direta. “Há muita dificuldade dos prefeitos e nós vamos fazer um treinamento com técnicos especializados para ajuda-los a se beneficiarem do programa”, disse a parlamentar.

    FOTO 2 - SECRETARIO CAIO ROCHA - COMPRA DIRETACriança Feliz
    A senadora Kátia Abreu também esteve no Ministério do Desenvolvimento Social fazendo gestões sobre demandas de interesse do Tocantins. Do ministro Osmar Terra recebeu a garantia de que no Tocantins nove mil famílias de 43 municípios serão beneficiadas com o Programa Criança Feliz, do governo federal.

    O programa tem a finalidade de levar técnicos capacitados às casas das famílias para mostrar aos pais a maneira correta de estimular o desenvolvimento dos filhos. Os objetivos diretos, dentre outros, são promover o desenvolvimento infantil integral, apoiar a gestante e a família, cuidar da criança em situação de vulnerabilidade até os seis anos de idade e facilitar o acesso das família atendidas às políticas e serviços públicos.

    A senadora Kátia Abreu também discutiu com o ministro Osmar Terra as demandas de pagamentos de parcelas dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e outros investimentos sociais previstos para o Estado.

    Foto 1 – Senadora Katia Abreu e o ministro Osmar Terra e Secretário Caio Rocha
    Foto 2 – Senadora Katia Abreu e o secretário Caio Rocha.

    Fotos: Diego Araujo Silva

  • Artigo: À mesa, com ou sem Trump

    Leia a íntegra do artigo da senadora Kátia Abreu publicado na Folha de S. Paulo de 13 de março

    “Profundas mudanças na ordem internacional estão em curso, e a ascensão de Donald Trump nos Estados Unidos, antes de ser causa, é consequência dessas transformações.

    Entre os americanos, muitos estão insatisfeitos com o modelo de economia globalizada, no qual empresas decidem onde querem produzir. É por isso que várias das promessas do novo presidente vêm sendo diligentemente cumpridas. No entanto, o que soa catastrófico para alguns pode ser, para outros, uma imperdível oportunidade.

    Exemplo disso é a saída dos EUA da Parceria Transpacífico (TPP). Sem participar do bloco, o Brasil estava na iminência de perder espaço em mercados importantes. Com os EUA fora, temos possibilidade de incrementar nossas exportações para os países do pacífico e de negociar acordos comerciais com economias como Japão e Coreia do Sul.

    É necessário, contudo, que os exportadores brasileiros estejam preparados para voltar à mesa e ocupar o espaço aberto a produtos nos quais somos competitivos, como os agropecuários.

    Não podemos achar que “ganhamos tempo” com esse abalo da TPP. Precisamos agir com rapidez, porque logo os EUA passarão a negociar acordos bilaterais com países asiáticos, em substituição ao bloco.

    O movimento das placas tectônicas do comércio mundial provocado pela era Trump já afeta também a relação bilateral com o México e a China. Importantes parceiros dos EUA e também do Brasil, esses dois países terão de buscar alternativas para preencher a lacuna a ser aberta nas suas operações de comércio e investimentos, caso as promessas do atual líder norte-americano continuem sendo levadas a efeito.

    Mais uma vez, nosso país precisará estar pronto para aproveitar as oportunidades que surgirão à frente. Como? Vivemos tempos em que a informação é um dos bens mais preciosos para operações comerciais exitosas. Não dá mais para seguirmos apenas reagindo aos mercados, simplesmente vendendo para aqueles que nos procuram.

    A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), por exemplo, não pode continuar fazendo serviço braçal em pleno século 21; tem que pensar estrategicamente pelo agronegócio.

    Em 2015, durante minha gestão como ministra da Agricultura, dei início ao desenvolvimento de um sistema de inteligência econômica e comercial para o agronegócio.

    Ao conhecer o Departamento de Agricultura dos EUA, que conta com mais de 800 economistas PhDs dedicados exclusivamente a análises de tendências de mercado para os produtos agrícolas, percebi que o Brasil tinha capacidade e necessidade de estruturar algo semelhante.

    Os quadros técnicos do Ministério da Agricultura -incluindo as adidâncias agrícolas no exterior e as instituições vinculadas, como Conab, Embrapa e Inmet- contam com especialistas do mais alto nível que podem se dedicar ao trabalho de inteligência estratégica. Temos de usar de maneira mais eficaz as informações disponíveis.

    O peso das exportações do agronegócio brasileiro não pode ser negligenciado neste momento em que a economia busca se recuperar. Com Trump ou sem Trump, o trabalho de inteligência estratégica não deixará de ser prioridade para os EUA. Por lá, a pasta da agricultura tem o segundo maior orçamento do governo, perdendo somente para o setor de defesa e segurança.

    Está claro que os EUA irão rever todos os seus acordos comerciais para beneficiar os norte-americanos -aliás, foi exatamente isso o que disse o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, em recente entrevista. Eles têm dados e informações para negociar. E o Brasil, com o que se sentará à mesa?

    KÁTIA ABREU, agropecuarista, é senadora (PMDB – TO). Foi ministra da Agricultura (governo Dilma Rousseff)”

  • Kátia Abreu discute com 61 prefeitos consórcio para asfalto e recapeamento

    Recursos são oriundos de emendas da Senadora e verbas extras viabilizadas pela parlamentar no Ministério da Integração Nacional

    A senadora Kátia Abreu reuniu na tarde desta segunda-feira (13) em Palmas, 61 prefeitos das regiões Sudeste, Sul , Norte e Bico do Papagaio para discutir o consórcio que atenderá aos municípios com recapeamento e asfaltamento. A reunião teve como finalidade repassar explicações sobre os consórcios aos prefeitos, independente de partido político.

    O projeto deve atender, ao final, cerca de 92 municípios nos dois grupos criados. “Não vou interferir nos consórcios, vocês é que o administrarão, estão aqui prefeitos de todos os partidos, independente se é adversário ou não, o interesse é a população”, disse a senadora.

    Os recursos iniciais já garantidos – R$ 5,6 milhões (para máquinas) e R$ 3 milhões (para aquisição do asfalto) – por emendas extras da senadora Kátia Abreu podem ser elevados em mais R$ 3 milhões, prometidos pelo Ministério da Integração Nacional à parlamentar na semana passada. Os recursos serão liberados via Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).

    Os municípios serão divididos em dois grupos em um mesmo consórcio presidido pelo prefeito Arthur Maia, de Santa Rita, que abriu o consórcio já formado para a participação dos outros municípios, em função da necessidade de um CNPJ e do prazo que seria necessário para a formação de um novo consórcio.

    Pelas demandas informadas pelas prefeituras à senadora Kátia Abreu, o grupo I (formado por 49 municípios do Sul e Centro-Oeste do Estado) necessita de 2 milhões de metros quadrados de asfalto novo e outros 2 milhões e meio de metros quadrados de recapeamento. Já o grupo II ( formado por 43 municípios do Bico do Papagaio e da região Norte) tem uma demanda de 2 milhões e 300 mil metros quadrados de asfalto novo e 2 milhões e 700 mil metros quadrados de recapeamento.

    “O mais importante que quero deixar é a cultura do consórcio”, disse a Senadora aos prefeitos. “Se os pequenos produtores se agregam em cooperativas e aumentam sua produtividade, nas prefeituras a saída é o consórcio que depois pode ser estendido também para o setor de saúde pública”, ressaltou a senadora Kátia Abreu. “O consórcio passou a ser quase uma necessidade”, disse a parlamentar, ressaltando a importância da ação ser aprovada nas Câmaras Municipais.

    O prefeito de Gurupi, Laurez Moreira, presente na reunião, ressaltou o rendimento dos consórcios, ele mesmo tendo criado um na região Sul do Estado. “Não tenho dúvida de que com o consórcio vocês serão aprovados em sua gestão”, salientou o prefeito dizendo que uma dos problemas que mais afetam a vida da população são ruas esburacadas. “É uma ótima estratégia”, disse o prefeito, elogiando a iniciativa de Kátia Abreu. “Com os consórcios o rendimento é três vezes maior”, acrescentou.

    Já o prefeito de Santa Rita, Arthur Maia, presidente eleito do consórcio, informou que a saída do consórcio é uma necessidade em função da pequena arrecadação da maioria dos municípios. Ele defendeu que sejam somados os recursos da senadora Kátia Abreu com as emendas dos deputados.

    Outro que defendeu a ação da senadora Kátia Abreu foi o deputado Amélio Cayres, que também participou da reunião. Ele falou aos prefeitos que o consórcio é importante, mas que vai fazer a diferença é a forma de administrar. “Vamos atender essa demanda independente de partido político”, acrescentou o deputado, informando a disposição de ajudar os prefeitos até mesmo reivindicando apoio do governo do Estado. “Se for possível nossa interferência suprapartidária, podem contar comigo”, falou Cayres.

    A mesma defesa foi feita pelo presidente da Associação dos Municípios do Bico, Damião Castro, prefeito de Axixá. Para ele, os prefeitos do Bico do Papagaio estão ansiosos para a sua realização. “Esse consórcio vai depender muito da gente”, salientou conclamando os prefeitos a trabalharem juntos.

    Outra prefeita presente, Ivoneide Barreto, de Itaguatins, defendeu a iniciativa da senadora Kátia Abreu salientando a importância do consórcio num momento de dificuldades por que passam as prefeituras.

    Fotos: Divulgação

  • Kátia Abreu cobra adequação da pauta de ICMS do governo com o preço de mercado

    “A pauta do ICMS do gado bovino é R$ 1.100 enquanto, no mercado, um bezerro é comercializado a R$ 900”, disse a Senadora. “Há quase um ano que não se corrige essa pauta”, completou

    A senadora Kátia Abreu defendeu na manhã desta segunda, 13, a adequação da pauta de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) praticada pelo governo sobre a comercialização do gado bovino. “A pauta não pode ser maior que o preço de mercado”, disse a Senadora a produtores e presidentes de Sindicatos Rurais reunidos no auditório do Sebrae Tocantins.

    Para a senadora, essa divergência é um dos três graves problemas por que passam os produtores tocantineses. “A pauta do ICMS é R$ 1.100 enquanto, no mercado, um bezerro é comercializado a R$ 900”, disse a Senadora. “Há quase um ano que não se corrige essa pauta”, emendou.

    A Senadora considerou o descompasso um ataque ao bolso do produtor rural e cobrou dos produtores um movimento estadual pela sua adequação. Para a parlamentar, outras duas questões necessitam ser solucionadas o mais rapidamente possível: a demora do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) em liberar licenças ambientais e a burocracia encontrada no Instituto de Terras do Tocantins (Itertins).

    Kátia Abreu também citou as dificuldades do produtor para retirar guias nas coletorias. “Eles não podem tirar a guia e não querem dar o bloco de notas fiscais”, informou a parlamentar cobrando uma informatização do sistema. “Ninguém deve brigar com o governo, mas se não pode retirar o direito de reclamar. Já fizemos em governos anteriores movimentos contra esse tipo de pauta de ICMS e essas dificuldades”, falou a Senadora, ilustrando que só em Gurupi são comercializados 10 mil bezerros por mês.

    “O produtor tem o direito de acompanhar de casa a tramitação do seu processo, não dá para ficar na mão de umas poucas pessoas”, salientou a parlamentar, para quem há muita gente “apresentando dificuldades para vender facilidades”, como denunciam os produtores rurais. “Minha preocupação são os produtores locais e os investidores que querem aplicar seus recursos no Estado e podem abandonar a ideia por causa desses problemas”.

    Escola de Líderes Rurais

    A senadora participou na manhã desta segunda de assinatura de termos de cooperação e convênios no lançamento da Escola de Líderes Rurais, uma parceria da Federação da Agricultura do Tocantins/Senar e Sebrae. A finalidade, conforme o superintendente do Sebrae, Omar Henneman, é capacitar líderes e presidentes de sindicatos rurais com aulas uma vez ao mês no período de um ano.

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    Na oportunidade, foi assinado um termo de cooperação e dois convênios. No primeiro, no valor de R$ 1 milhão, Sebrae e Senar realizarão o Negócio Certo Rural. Já no outro, de R$ 2,857 milhões, o SebraeTec dará assistências técnicas às propriedades rurais. Os convênios foram assinados pela senadora Kátia Abreu (presidente licenciada da FAET), Paulo Carneiro (presidente da FAET), Omar Henneman (Superintendente do Sebrae) e Jarbas Meurer (diretor do Sebrae).

    Fotos: Vasco Alves

  • Campanha voluntária liderada por Kátia Abreu arrecada recursos para construção da Catedral Metropolitana de Palmas

    A arrecadação da campanha em prol da Catedral Divino Espírito Santo, coordenada pela senadora Kátia Abreu, alcançou neste sábado o suficiente para garantir 35 caminhões de concreto dos 80 caminhões necessários para sua construção

    A arrecadação da campanha em prol da Catedral Divino Espírito Santo, coordenada pela senadora Kátia Abreu, alcançou neste sábado o suficiente para garantir 35 caminhões de concreto dos 80 caminhões necessários para a construção da laje. O anúncio foi feito no início da tarde de sábado, 11, pela parlamentar durante a realização da ação voluntária Boi no Rolete, realizada na sua residência na Capital. Além dos recursos com a comercialização de 438 ingressos (no valor individual de R$ 100,00), a campanha recebeu doação de caminhões de concreto e sacos de cimento de empresários tocantinenses e de outros Estados que participaram do evento.

    A senadora Kátia Abreu anunciou ainda a doação de cem cabeças de gado que serão leiloadas no próximo mês de junho também para angariar recursos para a construção da catedral metropolitana. A ação (leilão) será coordenada pelo deputado federal e ex-governador Carlos Gaguim, presente no evento desta tarde que registrou cerca de 500 pessoas na residência da parlamentar.

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    Participaram, ainda, o arcebispo metropolitano, Dom Pedro Brito e o padre Eduardo Zanom, pároco da catedral. Além de deputados, vereadores, prefeitos e presidentes de sindicatos rurais de praticamente todas as regiões do Estado. O Boi no Rolete (uma doação do empresário Jarbas Meurer) foi uma campanha coordenada pela senadora Kátia Abreu, pelo presidente do conselho deliberativo do Sebrae, Pedro Ferreira; pelo presidente da Federação da Agricultura do Estado, Paulo Carneiro e pelo superintendente do Sebrae, Omar Henneman.

    “Vamos continuar com a campanha até construirmos nossa catedral”, disse a senadora, que acrescentou: “vamos sair pensando o que podemos fazer mais. Se pensarmos assim, construiremos o mais rápido a catedral”.

    O padre Eduardo Zanom agradeceu a ação voluntária e informou que a construção da catedral envolverá recursos da ordem de R$ 800 mil para a construção da laje. Zanom disse que está com a missão de construir a catedral há quatro anos. “Nossa catedral é dedicada ao Divino Espírito Santo, para que pudesse representar todos os tocantinenses”. Mesmo agradecimento foi feito pelo arcebispo Dom Pedro Brito que informou existirem no Brasil 274 dioceses e só a de Palmas não possui uma catedral. O Arcebispo lembrou que quando a arquidiocese foi criada, há 20 anos, já estava previsto o projeto da catedral. “A Catedral não é da igreja, é de toda a sociedade”, proclamou o arcebispo.

    Foto: Ademir dos Anjos

  • Kátia Abreu anuncia recursos extras de R$ 10 milhões para asfaltamento nos municípios

    Recursos que viabilizou no Ministério da Integração Nacional beneficiarão inicialmente dois grupos de consórcios abrangendo 80 cidades

    A senadora Kátia Abreu anunciou a prefeitos nesta sexta-feira (10), em Palmas, a viabilização de verba extras no Ministério da Integração Nacional da ordem de R$ 10 milhões para serem aplicados em dois grupos de consórcios municipais. Os recursos serão investidos em asfaltamentos nos municípios. Segundo a parlamentar, serão beneficiados nos dois primeiros consórcios 80 municípios do Bico do Papagaio, Norte, Sul e Sudeste do Estado.

    A declaração foi feita durante seminário realizado pelo Sebrae/Tocantins (e parceiros) que trouxe palestrantes de outros estados, como ex-ministro do Turismo e diretor do Sebrae nacional, Vinícius Torres e o prefeito de Blumenau (SC), Napoleão Bernardes. E que contou com a participação do presidente da Fieto, Roberto Pires, da Faet, Paulo Carneiro, da Fecomércio, Itelvino Pisoni, do presidente do Conselho Deliberativo do Sebrar, Pedro Ferreira. E ainda d a vice-governadora, Claúdia Lélis, vice-prefeita de Palmas, Cíntia Ribeiro e presidente da ATM, prefeito Jairo Mariano, deputado federal Irajá Abreu e deputados estaduais Paulo Mourão e Alan Barbiero.

    Ainda conforme parlamentar, os recursos serão suficientes para 1 milhão de metros quadrados de lama asfáltica nos municípios. Na estratégia, será utilizado o sistema (fábrica de lama asfáltica) já montada na cidade de Gurupi, com o apoio do prefeito Laurez Moreira. “Não adiantavam só as maquinas por isto fomos atrás dos recursos”, disse Kátia Abreu informando ainda que destes R$ 10 milhões, cerca de R $ 400 mil serão destinado a custeio do consórcio. “É igual ao sistema cooperativo”, explicou a Senadora aos prefeitos, acrescentando que, diante das dificuldades vivenciadas hoje pelos prefeitos, é necessário fazer os consórcios darem certo.

    A parlamentar acrescentou ainda outras ações que tem desenvolvido em prol da economia do Estado. Citou a viabilização do Centro Tecnológico de Florestas, em Araguaína, projeto do prefeito Ronaldo Dimas que defendeu junto a Indústria Brasileira de Árvores. E também o polo de confecções no Bico do Papagaio, viabilizado com emendas da Senadora e com o apoio da Federação das Industrias do Estado, que cedeu todo o maquin&aac ute;rio necessário para a indústria que irá proporcionar emprego e renda para as mulheres daquela região.

    Impostos

    A senadora Kátia Abreu aproveitou seu pronunciamento para criticar a elevada carga tributária imposta hoje ao contribuinte. Ela ilustrou sua colocação com os aumentos de impostos verificados na Capital. “Não castiguem o povo de vocês com impostos”, pediu a Senadora aos prefeitos, sublinhando que hoje Palmas é a Capital mais cara do país, com um reajuste da carga tributária da ordem de 63% nos últimos quatro anos.

    Foto: divulgação

  • Kátia Abreu aponta solução para retomada das obras do Hospital Geral de Gurupi

    Senadora pediu ao Ministro da Saúde autorização para que o governo do Estado use rendimentos da aplicação dos recursos da construção do Hospital Geral de Gurupi depositados na Caixa Econômica a fim de atender os aditivos exigidos pela construtora 

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) obteve do ministro da Saúde, Ricardo Barros, aceno positivo quanto a uma autorização para que o governo do Estado faça uso dos rendimentos sobre recursos depositados na Caixa Econômica Federal para a construção do Hospital Geral de Gurupi na viabilização de aditivo contratual (correção de preços) reivindicado pela construtora para término das obras.

    A senadora Kátia Abreu levou o pedido ao Ministério da Saúde tendo como argumentação básica a necessidade da população da região Sul do Estado e as dificuldades orçamentárias do governo estadual. Segundo a parlamentar, o Ministro aquiesceu-se do pedido, salientando que em outros Estados existem questões semelhantes. “As obras estão paralisadas por conta desse aditivo”, disse a parlamentar, confiante na liberação.

    Para a senadora Kátia Abreu o momento é de trabalhar pelo Estado, independente de questões político-partidárias. “Estamos buscando é o bem-estar da população”, declarou, ressaltando que as pessoas são mais importantes que as adversidades e divergências políticas.

    A senadora Kátia Abreu já destinou (e liberou) R$ 41 milhões de suas emendas parlamentares para a construção do Hospital Geral de Gurupi. Deste total, o governo já repassou R$ 9,5 milhões (em 2014/2015) à Construtora Centro Norte Ltda (Coceno), responsável pela obra.

    Cerca de R$ 32 milhões estão depositados na Caixa Econômica Federal. As obras estão paralisadas porque a construtora reivindica aditivo contratual para correção dos preços. Se o cronograma estivesse sendo cumprido, o hospital seria entregue neste mês de março de 2017.

    O HGG terá capacidade para atender cerca de 240 mil pessoas de 27 municípios, com 200 leitos de internação, 40 leitos de UTI, centro cirúrgico com sete salas, pronto socorro ampliado, e ambulatório com “hospital dia” para realização de pequenos procedimentos que necessitam de curtos períodos de internação.

    Foto: divulgação

  • Kátia Abreu pede ao Ministério da Saúde retomada da obra do Hospital de Gurupi

    Senadora também solicitou conclusão do Centro Especializado em Reabilitação de Araguaína

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) se reuniu nesta terça-feira (7) com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, para solicitar retomada das obras do Hospital Geral de Gurupi, que, mesmo com recursos disponíveis, estão paralisadas desde o ano passado.

    “As obras estão paradas por atrasos e falta de gestão, não por falta de recursos”, explicou a senadora. A verba que está em caixa, cerca de R$ 32 milhões, é proveniente de emendas da senadora Kátia Abreu, que já destinou ao hospital R$ 41 milhões. Deste total, o governo repassou apenas R$ 3,5 milhões em 2014 à construtora e outros R$ 6 milhões em 2015, não constando pagamentos em 2016.

    A Construtora Centro Norte Ltda (Coceno) parou as obras porque reivindica um termo aditivo ao projeto, a fim de receber a correção contratual de preços. A construção do Hospital Geral de Gurupi teve início em abril de 2014 e, caso o cronograma tivesse sido cumprido, o empreendimento seria entregue neste mês, março de 2017.

    O hospital terá capacidade para atender cerca de 240 mil pessoas de 27 municípios do Sul do Estado. Terá 200 leitos de internação, 40 leitos de UTI, centro cirúrgico com sete salas, pronto socorro ampliado, e ambulatório com “hospital dia” para realização de pequenos procedimentos que necessitam de curtos períodos de internação.

    Centro Especializado em Reabilitação de Araguaína
    Kátia Abreu também solicitou ao ministro da Saúde pagamento da última parcela do Centro Especializado em Reabilitação (CER), de Araguaína, no valor de R$ 500 mil.

    Dos R$ 5,2 milhões em emendas destinadas pela senadora ao centro, falta apenas a última etapa de R$ 500 mil para terminar a obra, que se encontra 70% concluída.

    A senadora ainda pediu Ministério da Saúde R$ 2 milhões extras para compra de equipamentos do CER, que terá capacidade para atender a 1.200 pacientes.

    Foto: Erasmo Salomão / MS

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