• Kátia Abreu cobra andamento da duplicação da rodovia Belém-Brasília

    Senadora apresentou pedido de informações ao Ministério dos Transportes

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) apresentou nesta quarta-feira (6) pedido de informações ao Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil sobre o andamento das obras de duplicação da BR-153, conhecida como Belém-Brasília, no trecho entre Anápolis (GO) e Aliança do Tocantins (TO).

    As obras de duplicação, demanda antiga de goianos e tocantinenses, estão paralisadas devido ao envolvimento na Operação Lava Jato da construtora Galvão Engenharia, empresa que assumiu a concessão do trecho. Kátia Abreu lembrou que a rodovia, bastante movimentada, registra centenas de acidentes todos os meses. O Requerimento foi apresentado à Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado Federal.

    “Estamos aflitos. São centenas de acidentes devido à via única. Queremos saber o que está sendo encaminhado. Estávamos tentando negociar a passagem dessa obra para uma outra empresa, mas devido às dificuldades dessas negociações, pedidos de concordata, pedidos de falência, tornaram-se sem efeito as primeiras negociações”, disse a senadora durante reunião da comissão nesta quarta-feira.

    Anéis viários
    Ainda durante a reunião da comissão, a senadora Kátia Abreu manifestou apoio ao Projeto de Lei do Senado 702/2015, que determina a separação das rodovias federais das vias urbanas e procura reduzir os impactos negativos nas cidades.

    “É normal que se faça o anel viário porque é natural que a cidade cresça, de desenvolva, as pessoas progridem, graças a Deus. É necessário garantir a segurança dessas vias. Isso aflige as cidades diariamente. Todos os dias acabam ocorrendo acidentes. Quero dar todo apoio a esse projeto e falar do quanto ele é contemporâneo, porque vemos essas situações em todos os estados”.

    A senadora deu como exemplo a cidade de Colinas (TO), por onde passam a Rodovia Transamazônica (BR-230) e a Belém-Brasília (BR-153). “Centenas de caminhões atravessam diariamente a avenida principal da cidade”.

    Foto: Pedro França/Agência Senado

  • “Estamos vivendo uma farsa”, diz Kátia Abreu sobre processo de impeachment

    Senadora criticou políticos que faziam parte do governo e hoje apoiam o impedimento

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) afirmou à Comissão Especial do Impeachment do Senado nesta terça-feira (5) que o processo de impedimento de Dilma Rousseff é uma “farsa” e “inadmissível”. A parlamentar reafirmou sua confiança na honestidade da presidente.

    “Estamos vivendo aqui uma farsa, o inadmissível. E não vejo ninguém dizer da corrupção que está eivada no governo da Dilma. Foi ela sozinha ou foram todos os partidos, que mamaram, sugaram esse governo, durante cinco anos e, agora, estão do outro lado da mesa pedindo o impeachment da própria?”, indagou a senadora.

    Kátia Abreu, que foi ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento de janeiro de 2015 a maio de 2016, criticou os políticos que faziam parte do governo Dilma e agora apoiam o impeachment.

    “Não defendo partidos. Não tenho mais paixão por esta política. Defendo Dilma porque acredito na sua honestidade. Cometeu erros como todos. Esses partidos que ocuparam os ministérios tanto tempo não viram antes nada de errado? Engraçado não é?”.

    A parlamentar se dirigiu ao povo brasileiro para afirmar que Dilma Rousseff “não é corrupta”.

    “Se nós fôssemos agora colocar nessa mesa, neste auditório, todos que estão sendo investigados pela lambança de todos os partidos, mas todo mundo aqui, caladinho, escondendo debaixo do tapete a corrupção e as acusações que estão dentro dos seus próprios partidos, daqueles que comiam, almoçavam e jantavam no Palácio do Planalto e no Palácio da Alvorada. Isso é uma hipocrisia! Isso é um cinismo, com o qual eu não vou compartilhar!”, concluiu.

    A senadora também defendeu Dilma Rousseff da acusação de “fraude” e negou que a presidente tenha “destruído” a economia do país.

    Assista ao pronunciamento de Kátia Abreu na Comissão de Impeachment:

    Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

  • Senadora defende Dilma Rousseff da acusação de “fraude” na Comissão de Impeachment

    Kátia Abreu ainda negou que a presidente tenha “destruído” a economia do país

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) defendeu nesta terça-feira (5) a presidente Dilma Rousseff da acusação de “fraude” apontada pela acusação da presidente na Comissão Especial do Impeachment do Senado. Ela ainda negou que a petista tenha “destruído” a economia do país.

    Kátia Abreu afirmou que Dilma Rousseff não pode ser criminalizada pela emissão de decretos de crédito suplementar, instrumento que já foi utilizado por outros presidentes da República, como Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva.

    “A presidente também emitiu decretos num momento difícil, onde as receitas foram minguadas em R$180 bilhões. Há uma boa vontade com os ex-presidentes, mas com a presidente atual vemos essa má vontade, esse rigor com o pelo em ovo”, afirmou.

    Explicou que o Banco Central utiliza a mesma metodologia desde 1991 para apurar os resultados primário e nominal das contas da União. “Então, se Dilma maquiou, se fraudou alguma coisa, os seus antecessores, desde 1991, fizeram o mesmo cálculo e, portanto, todos fraudaram também os seus balanços. Desde 1991, nós temos Fernando Henrique Cardoso, Lula e a Presidente Dilma agora. Então, todos são fraudadores e não só a Presidenta Dilma”, disse.

    No último ano do governo FHC, 2002, a dívida bruta brasileira era de R$ 76 bi e a taxa de desemprego, 18,5%. No último ano do ex-presidente Lula, a dívida era R$ 53 bi e o desemprego, 10%. Já com Dilma, o montante era de R$ 66 bilhões e a taxa de desempregados, 13,9%. “Que destruição é essa que falam?”, questionou a senadora.

    Kátia Abreu ainda reafirmou que o atraso no repasse das subvenções do Plano Safra aos bancos não configura operação de crédito, conforme alega a acusação contra a presidente.

    “Não estou aqui defendendo PT, PCdoB, PSDB, PMDB, ninguém. Estou aqui tentando defender uma pessoa na qual acredito, que é a Presidente Dilma. E, de fato, fico muito mobilizada quando vejo a crueldade com que acusam, de forma explícita, pessoal, de fraude, de ter cometido uma fraude propositadamente para ganhar as eleições”, destacou.

    Assista à participação da senadora na comissão:

     

    Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

  • Senadora recebe embaixador de Taiwan para tratar de cooperação comercial

    Brasil tem interesse em exportar carnes, ração e material genético para a ilha asiática

    A senadora Kátia Abreu recebeu nesta terça-feira (21) o embaixador do Escritório Econômico e Cultural de Taiwan no Brasil, Isaac M. H. Tsai, e afirmou que o Brasil e a ilha têm totais condições de aumentar a cooperação comercial mútua.

    Durante a visita de cortesia do embaixador, a senadora sugeriu a realização de uma missão empresarial no Brasil a fim de colocar em contato produtores brasileiros e importadores taiwaneses. Destacou ainda o potencial do Matopiba (região formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) na produção de milho e soja, principais commodities brasileiras importadas por Taiwan. Somente em 2015, a ilha importou do Brasil US$ 376 milhões em soja e US$ 373 milhões em milho.

    “Temos o maior interesse em aumentar essa cooperação não apenas na área do agronegócio, mas em outras áreas também”, disse a senadora. “Vamos contatar grupos importadores de Taiwan para fazer uma missão aqui no Brasil, conhecer de perto as fazendas, a forma de produção brasileira. É o modo mais prático e direto de promover negócios”, completou.

    O Brasil tem interesse em exportar carnes de aves, bovinas e suínas para a ilha, além de ração para animais domésticos e material genético avícola. Já Taiwan pleiteia a abertura do mercado brasileiro de pescados.

    “As economias do Brasil e de Taiwan são complementares. Podemos estreitar mais ainda esse laço”, afirmou o embaixador Tsai. “Daremos todo o apoio necessário para a compra de alimentos brasileiros”, respondeu Kátia Abreu, destacando que o Brasil tem potencial para exportar, além de soja e milho, açaí e própolis.

  • Sancionada lei que devolve à União 223,3 km da BR-010 no Tocantins

    Medida vai viabilizar maiores investimentos em recuperação e manutenção da rodovia

    Demanda antiga dos tocantinenses, 223,3 km de trechos da BR-010 que foram transferidos ao estado em 2002 serão agora reincorporados pela União. A medida, aprovada no início do mês pelo Senado e sancionada pela Presidência da República, foi publicada nesta terça-feira (21) no Diário Oficial da União. A reincorporação viabilizará projetos de concessão e investimentos federais em manutenção e recuperação das vias.

    A devolução da malha à União foi possível graças à Medida Provisória 708/2015, editada em dezembro pelo governo Dilma Rousseff. O texto determina que, dos 14,5 mil quilômetros transferidos a 15 estados em 2002, mais de 10 mil voltem a ser controlados pela União.

    Somente no Tocantins, serão reabsorvidos para a malha rodoviária federal onze trechos da BR-010 que, juntos, somam 223,3 km (veja tabela abaixo).

    “A federalização vai possibilitar maiores investimentos na nossa BR-010. O governo da presidente Dilma Rousseff teve a sensibilidade de entender que a restrição orçamentária e financeira vivenciada pelos estados tem inviabilizado obras de recuperação e manutenção dessas importantes rodovias, penalizando a população”, afirmou a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO).

    A medida será importante para garantir a execução do programa de concessões de rodovias federais e o andamento de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que não foram concluídas até dezembro do ano passado.

    Saiba mais
    O repasse de rodovias estaduais e do Distrito Federal à União foi autorizado pela MP 82/2002, editada em dezembro daquele ano. A proposta, porém, foi modificada pelo Congresso Nacional e, por isso, integralmente vetada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para preencher a lacuna legal, o Dnit foi autorizado por lei a investir nessas estradas até o fim de 2006. O prazo foi sucessivamente prorrogado até dezembro de 2015.

    Tabela BR010

  • Kátia Abreu visita obras e reúne lideranças em cinco municípios do Tocantins

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) participou no último sábado (11) da inauguração do Parque de Exposições Agropecuárias de Palmeirópolis e da abertura da feira daquele município. Saudada por cerca de 5 mil pessoas, ela destacou a importância daquele parque, construído com recursos viabilizados pela parlamentar. Além de Palmeirópolis, ela esteve em cinco cidades do Sudeste e Sul do Tocantins nesse final de semana: Natividade, Paranã, São Salvador e Jaú do Tocantins.

    Kátia Abreu foi recepcionada na cidade pelo prefeito Fábio Pereira Vaz (PSD), pré- candidato à reeleição, com quem visitou obras de asfaltamento de avenidas, reforma e equipamentos hospitalares, também com verba conseguida pela senadora.

    A movimentação política da senadora Kátia Abreu no final de semana a cinco municípios do Sudeste e Sul do Estado (que receberam cerca de R$ 4,7 milhões em recursos da senadora Kátia Abreu e do deputado Irajá Abreu nos últimos anos) iniciou-se na sexta-feira, 10, em Natividade, quando a parlamentar manteve reunião com o prefeito da cidade, Albany Siqueira, ex-prefeito Joaquim do Posto e lideranças políticas locais. Já no sábado, a senadora Kátia Abreu participou de reunião com mais de 300 pessoas em Paranã, no pré-lançamento da candidata a prefeita do PSD no município, a ex-prefeita Edymê Costa. Do encontro participaram também candidatos a vereador.

    Ainda no sábado, a senadora se deslocou a São Salvador, onde cerca de 500 lideranças a esperavam para o lançamento da pré-candidatura à reeleição do prefeito Charles Evilácio (PSD). Já no domingo, Kátia Abreu esteve na cidade da Jaú do Tocantins, onde participou da inauguração do CRAS e da entrega de tratores. Também visitou obras das Unidades Básicas de Saúde, construídas com recursos de emendas da parlamentar e participou do pré-lançamento da candidatura à reeleição do prefeito Onassys Moreira da da Costa (PSD) . Em seguida, recebeu lideranças do Sul do Estado em almoço na residência da ex-prefeita Eurides Rodrigues Araújo, quando tiveram oportunidade de apresentar as demandas de suas regiões.

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    Kátia Abreu esteve nas obras das Unidades Básicas de Saúde, em Jaú do Tocantins

     

    Senadora visita aparque exposições de Palmeirópolis

    Senadora visita o Parque Exposições Agropecuárias de Palmeirópolis

    Fotos: Divulgação

  • BC: Em sabatina, Kátia Abreu cobra cumprimento da meta de inflação

    A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) questionou nesta terça-feira (7) ao indicado para a presidência do Banco Central, Ilan Goldfajn, se o país alcançará o centro da meta da inflação de 4,5%. Ela participou da sabatina do economista na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

    “Eu gostaria de saber se o senhor acha que nós estamos no rumo de alcançar a meta de 4,5% da inflação, porque só teremos juros mais baixos se conseguirmos baixar a inflação”, perguntou a senadora, que lembrou que a equipe econômica da presidente Dilma Rousseff acertadamente liberou os preços administrados na energia e no combustível e o câmbio.

    “Acho que, em relação à inflação, nós estamos no caminho correto”, declarou. “Então, diante desse quadro, eu tenho a esperança muito forte de que nós possamos alcançar a nossa meta de 4,5. Gostaria de saber se o senhor divide comigo esse otimismo, a partir dessas medidas que já foram tomadas”.

    Kátia Abreu disse ainda que considera “complicado” limitar o tamanho da reserva cambial do país, pois é a taxa de juros que determina o custo dessas reservas, que atualmente representam despesa de 2% do PIB.

    “A minha preocupação é justamente um ataque especulativo na menor hipótese de venda dessas reservas cambiais. Então, quero deixar registrado que acho muito complicado esse discurso e esse pensamento de nós mexermos nas reservas. É melhor controlar a inflação e baixar os juros, porque aí a nossa reserva não dá despesa”, completou.

    A senadora também perguntou a opinião de Goldfajn sobre a indexação do Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) ao dólar. A proposta, elaborada durante sua gestão à frente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, representará uma importante fonte de financiamento do setor agropecuário.

    “Nós estamos passando por momentos e situações em que é necessário aumentar os recursos para a agricultura. E essa medida provisória foi uma demanda dos parlamentares, especialmente aqueles que defendem a agropecuária no Brasil”, afirmou. “É a primeira vez que o Brasil permite, por meio de uma MP, que recebíveis possam ser indexados na moeda dólar. Eu gostaria de saber do seu apoio ou não à aprovação dessa medida provisória”, questionou. O economista, porém, respondeu que precisa se aprofundar mais no assunto.

    Assista à íntegra da participação da senadora durante a sabatina:

    (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)

  • União vai reincorporar 223,3 km da BR-010 no Tocantins

    A União vai reincorporar 223,3 km de trechos da BR-010 que foram transferidas ao Tocantins em 2002. A medida, aprovada nesta terça-feira (31) pelo Senado Federal, é uma demanda antiga do estado e viabilizará projetos de concessão e investimentos federais em manutenção e recuperação das vias.

    A reincorporação da malha está prevista na Medida Provisória 708/2015, editada em dezembro pelo governo Dilma Rousseff e enviada agora à sanção presidencial. O texto determina que, dos 14,5 mil quilômetros transferidos a 15 estados em 2002, mais de 10 mil voltam a ser controlados pela União.

    Somente no Tocantins, serão reabsorvidos para a malha rodoviária federal onze trechos da BR-010 que, juntos, somam 223,3 km (veja tabela abaixo). “Esta é uma demanda antiga dos tocantinenses. A federalização da BR-010 vai possibilitar maiores investimentos nessa importante via do estado”, afirmou a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO).

    A medida será importante para garantir a execução do programa de concessões de rodovias federais e o andamento de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que não foram concluídas até dezembro do ano passado.

    Saiba mais
    O repasse de rodovias estaduais e do Distrito Federal à União foi autorizado pela MP 82/2002, editada em dezembro daquele ano. A proposta, porém, foi modificada pelo Congresso Nacional e por isso integralmente vetada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para preencher a lacuna legal o Dnit foi autorizado por lei a investir nessas estradas até o fim de 2006. O prazo foi sucessivamente prorrogado até dezembro de 2015.

    Tabela BR010

     

     

  • Relatório final da Comissão Temporária de Modernização da Lei de Licitações

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